Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Terça-feira, 5 de Março de 2013

Ser útil

- á estamos, vizinho…

- É isso! A partir de certa idade aqui a Farmácia passa a fazer parte do nosso percurso semanal.

- Ora! O problema será o dia em que não vale a pena vir aqui. Às vezes há casos que não têm remédio…

- Nem mais! Olha, sou eu agora…

- E eu, neste balcão.

- Olha o meu vizinho!

- Bons olhos o vejam! Hoje estamos no cafezinho…

- Isso, mas logo vou buscar os meus netos à estação.

- Que bom! Sabe, a velhice enquanto não seja inválida de todo, pode ser muito útil à família nas pequenas grandes coisas que ajudam o dia-a-dia de quem está a trabalhar mais longe de casa.

- Bem, às vezes sinto-me caseiro, jardineiro e sei lá eu mais o quê.

- Não importa! É útil a si e aos outros enquanto se movimenta por boas custódias.

- Também entendo assim. Até logo!



publicado por eva às 00:12

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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

Carinho familiar

tema de hoje versa sobre o carinho que damos à família mais íntima, a de lá de casa. Que dizem a isto, num primeiro pensamento?

- Que vivo sozinha!

- Que vivo em casa enorme onde todos trabalham e que vivemos em horários diferentes que apenas permitem que nos vejamos um pouco a cada dia.

- Eu falei do carinho que damos à família… Não confundir com o tempo, ou o espaço, que temos para com a família.

O carinho sente-se a cada telefonema, em cada passar de mão, no calor de cada gesto, de cada frase, de cada palavra, de um olhar, enfim, da partilha de sentimentos, emoções… na partilha do dia-a-dia. Eu posso estar longe e estar mais perto de outrem que poderia estar ali mesmo à minha frente, ou não?

O que queria tratar hoje é do carinho familiar, especialmente. E família aqui significa a família por afeição, que pode ou não corresponder à família consanguínea. E também não estamos a falar de vidas duplas, que são modos especiais de fuga à realidade e de situações que temos para viver.

O que quero dizer é que há muitos modos, e meios, de enriquecer o dia-a-dia e de tudo impregnar com uma boa dose de carinho. O carinho que encontrarmos para dar é uma enorme riqueza que temos dentro de nós e que mantém assim essa riqueza em nós, dando-a e desenvolvendo-a nos outros.

 


publicado por eva às 00:32

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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010

Novos ritmos

- s férias têm isso!

- Isso – o quê?

- Novos ritmos, mais tempo para pensar e projectar a implementação de novas atitudes, tarefas e atenção aos outros como a nós mesmos.

- Isso é importante. Talvez mesmo das atitudes mais importantes e saudáveis para se nutrir intimamente.

- Hã?

- Estou a pensar em equilibrar o exercício físico, passear calmamente ao ar livre, escrever e pensar no recolhimento do lar, na atenção à família e aos que nos rodeiam, na atenção a mim próprio e ao meu modo de estar, de viver, etc.

- Bem, não sei se sobra tempo para o etc. com tudo o que foi agora enumerado.

- Ora essa, não é para fazer tudo no mesmo dia, claro está!

- Óptimo! Então vamos simplesmente passear, mas de carro. Podemos andar mais, observar mais – como gostas – e voltar ainda na mesma tarde. Que dizes?

 


publicado por eva às 00:32

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Sábado, 24 de Julho de 2010

Tudo isto somos nós

anta despesa, tanto calote, tanto disparate, tantos esquemas de extorsão, tanto mistério. Afinal, esmiuçadas as coisas – nada! Nada que jeito tenha para ninguém, a não ser para ir entretendo e enganando uns e outros. Os que precisam mesmo, os que não se importam, os que se divertem à custa do alheio e os ignorantes.

Tudo isto é sociedade. Tudo isto é família e amigos. Tudo isto é actual. Tudo isto somos nós.

Mas tudo isto não é fado, porque cada um pode mudar a sua forma de viver e de ver a vida com outros olhos – os da integridade.

Não se deve querer ter o que não se pode ter. E, além disso, será mesmo imprescindível ter? Ou será para não ficar atrás do fala-fala da família, dos amigos, vizinhos, etc.?

É com certeza mais difícil aguentar os arrogantes que nada têm, mas acusam os outros de não ter, ou dos que fazem comparações infelizes com outros ou dos que se oferecem para colmatar despesas desnecessárias para depois exigirem recompensas de tal formidável ajuda.

Bem vistas as coisas, alguém aceitou ajuda que não precisava e, por tal, paga-se geralmente o que se recebeu mais as jóias que se exigem a posteriori, à toa e por mordomia.

Tudo isto é sociedade. Tudo isto é família e amigos. Tudo isto é actual. Tudo isto somos nós.

As nossas escolhas e objectivos também somos nós.

A integridade, a simplicidade e a verdade em nossa mente e em nossa boca, em nossa casa e em nossos bens – andam aliadas e somos nós.

 


publicado por eva às 12:56

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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Férias podem ser também...

ntem ouvi anúncios e mais anúncios de agências de viagens e dos seus programas de férias em praias e ilhas.

Os preços diziam ser módicos perante as regalias e as possibilidades de bom Sol, etc. etc.

E as férias são sempre tão boas, se forem descansadas, sem obrigações de rotinas, sem obrigações propriamente ditas…

O Sol é sempre convidativo, o resto é com a bolsa de cada um e as expectativas vão do jardim em frente à casa às ditas ilhas e mais além…

Férias são boas se forem férias para a mente também. Deixar o fato do ano inteiro em casa e partir para novas quietudes e relaxes mentais.

Férias das obrigações por um dia que seja, já são férias bem sentidas.

Férias podem ser de nós mesmos, sem mais despesas que a boa vontade e bom entendimento.

Bom entendimento da vida que levamos e da nossa vida em casa.

Os problemas, que sempre há, devem ser resolvidos directamente entre as pessoas visadas, porque outros, na maioria das vezes, só acrescentam o que não vale a pena acrescentar.

Devemos tentar conhecer e reconhecer em nós próprios, na família, nas amizades e em nosso redor o que nos promove a felicidade, o que gostaríamos que promovesse e agir em concórdia com isto tudo.

Às vezes há mal entendidos do tamanho de arranha-céus, há ignorâncias quase infinitas e felicidades comprometidas por nada…

A felicidade é sempre paz em nós e em nosso redor.

 


publicado por eva às 00:36

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Sábado, 22 de Maio de 2010

Mudanças em paz

h! As palavras… as palavras levam-nos longe, para onde a memória e a imaginação alcança levar…

Matinas – quando eu me levantava e o Sol ainda ia nascer. Convencia-me que era já daí a uns minutos mas, às vezes, passavam boas horas. Ou tal parecia, pelo sono que ainda tinha.

O lavar da cara era importantíssimo para o despertar…

As vésperas e as suas toadas de sinos, a seguir era o jantar, bem cedo para depois se estabelecer o convívio familiar na sala, com a televisão ligada, nem sempre exactamente para o que eu gostaria, mas os canais, na altura, não eram muitos e preferíamos, até, alguma algazarra de convívio à tv, diminutivo por que era tratada na altura.

Os tempos mudaram muito e o tal convívio hoje está mudado também. Algumas das pessoas já faleceram e a família foi mudando… Está mudando e acrescentando…

É assim que deve acontecer, em tempos de paz.

Paz exterior e paz interior.

Em paz, as mudanças e actualizações são bem-vindas e tornadas úteis.

Até nós nos tornamos úteis a nós mesmos e aos outros, de maneiras actuais que pouco ou nada têm a ver com o modo como vivíamos.

A mudança tem energia própria – e a que nós lhe damos também conta!

 


publicado por eva às 18:25

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Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

Família – significado e significante

stou a milhas de distância.

Pensando bem, estou aqui! Não é fuga, porque tal não pode ser.

Além do mais, se fosse embora teria saudades daqui, dos projectos…

Da família? Essa questão nem se põe! A família, como o nome indica, está sempre junta, ou não seria família! Seria um grupo de pessoas em convívio, ou nem isso, suportando-se apenas…

Família é sagrada enquanto se constitui como grupo familiar. Senão…

Pois claro que estou a falar da família íntima, a da casa.

As famílias são mais ou menos numerosas e mais ou menos afins em sentimentos, interesses e distâncias.

Na maior parte das vezes são os amigos e colegas ou vizinhos que preponderam na situação de extensão da família.

É verdade, sim! O sentimento de família foi exagerado a tal ponto no passado que, hoje, parece compensar esse exagero numa desarticulação quase completa dos valores.

No entanto, estas novas gerações e toda a liberdade que vão tendo e usando estão também a reviver a união familiar a que os nossos avós nos deram exemplo.

Pois há, há excepções – como sempre!

E se não fossem as diferenças e as dicotomias, se calhar não encontrávamos o norte em cada um de nós.

Ou seja, o que queremos ser quando formos grandes?

 


publicado por eva às 00:33

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Sábado, 8 de Maio de 2010

On line

- cho que hoje vai ser um bom dia!

- Um bom dia?

- Sim, um dia bonito de Sol, um dia produtivo em termos de trabalho, um dia harmonioso entre as pessoas e um dia calmo e restaurador com a família, assim que nos encontrarmos ao fim do dia, de dia ou começo da noite. Porque a nossa família mais íntima, a da casa, encontramos de manhã e à noite, não é?

- Sim, raramente as pessoas se vêem durante o dia, excepto em localidades mais pequenas e em que é possível ir almoçar a casa.

- Ou sempre que a casa fique perto do local de trabalho.

- O que é mais raro a cada dia…

- De qualquer modo há sempre a tentativa de ligação por telefone, ou agora, de conversação via net em grupos sociais.

- Isso não é só para grupos profissionais ou de amigos?

- É para todos esses e muitos mais. Mas a família de casa deve ser a primeira a estar sempre on line, ou não será assim?

- Se não for assim é porque há aí um problema de comunicação e interesses, porque podemos ter vários grupos on line e em simultâneo.

- A net é, sem dúvida, uma grande companhia, sobretudo se gerida tanto com precaução como bom-senso.

- E é uma companhia que se está a tornar cada vez mais humanizada, à força de não podermos encontrar as pessoas frente a frente, como no tempo dos avós…

 


publicado por eva às 00:31

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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

Viver a vida

m dia destes passei por uma escola primária e ouvi os gritinhos e risos das crianças nas suas brincadeiras de recreio, ou intervalo, como agora se diz.

Pareceu-me uma eternidade o relembrar o tempo em que também fui assim.

Nem me parecia ser da minha vida, a minha infância pareceu-me irreal – completamente.

Depois horrorizei-me, pois como podia suceder tal coisa, se minha infância foi feliz e tão cheia de boas recordações?!

Mas continuava longe… longe…

A vida dá tanta volta, parece que pode destruir tudo o que melhor existe de nós.

Por outro lado, também se pode colocar a hipótese de ter sido eu a relaxar as boas lembranças, dirigindo a minha atenção para os problemas que vão surgindo e suas possíveis soluções…

Olhando para trás, não foi apenas na infância que aconteceram alegrias. Pela vida fora houve muitas ocasiões de felicidade.

E, ainda hoje, a felicidade me rodeia, sobretudo se lhe der forças para tal.

Por isso, talvez a infância e os outros tempos de felicidade tenham ficado longe porque não lhes dei atenção suficiente para os ter sempre à mão nas minhas memórias mais frequentes…

Talvez ainda consiga inverter a posição das coisas e pensar mais no melhor e menos no pior, ou no mais problemático, de cada dia...

Talvez consiga ainda dar mais força à felicidade do que ao resto que vai aparecendo…

Talvez a minha família mais íntima e eu mereçamos mais oportunidades de desfrutar, com toda a energia que lhe possa dar, a vida que temos.

Talvez possamos todos sorrir mais, gritar, mesmo, de alegria genuína.

Ou seja, ser capaz de manter a alegria simples da infância nas coisas simples e que estão em nosso redor.

Ser capaz de ver e sentir todas essas pequeninas coisas boas que perfazem igualmente a nossa vida.

- Ora, mas isso é viver a vida!

 


publicado por eva às 00:39

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Quarta-feira, 31 de Março de 2010

Casa-quarto

recisamos de uma casa, mesmo sem saber exactamente onde ficar; mesmo sem saber, amanhã, em que lugar vamos trabalhar ou viver.

Uma casa, seja pequena ou grande, dá segurança – segurança e estabilidade. Além de já estar cansado de andar por aí, de terra em terra, como um caixeiro-viajante.

Eu, que nem tenho ensejos de mercar nada e só compro o essencial.

Gostaria, e muito, de ter uma casinha… um sítio para passear à volta, conhecer os vizinhos e dar os bons-dias a quem encontrasse.

Acho que estou cansado e gostaria de viver mais à-vontade.

Também percebo que hoje em dia acontece de tudo, desde roubos a tornados, cheias e sismos que tudo põem em derrocada.

Sei que a vida não é nada. Que hoje temos o que podemos e o amanhã talvez Deus o dê.

Mas continuo a pensar que gostaria de ter uma casinha onde me recolher todas as noites e em qualquer altura do dia, sem precisar de pedir licença para entrar, para ir buscar a minha roupa arrumada no roupeiro, ou para me lavar e vestir, ou para, finalmente, me deitar.

- Mas afinal, onde estás tu a morar? Pensei que era nesta cidade.

- E é, mas tenho apenas um quartinho alugado e quando me ausento alugam-no a outro e assim eu não tenho que pagar o aluguer no entretanto. Assim só pago quando, ou enquanto, habito.

- Tem lógica e é um esquema poupado.

- Pois é, mas… gostava de ter uma casinha para mim… e talvez formar uma família…

 


publicado por eva às 00:34

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