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Sábado, 31 de Julho de 2010

A linguagem universal

á estamos – presente!

No outro dia vi um programa na televisão, em que participava uma amiga nossa e que tratava do valor da companhia de pequenos animais que nos acompanham nos piores e melhores tempos das nossas vivências.

Às tantas, dizia esta nossa amiga que todos os entes queridos foram abandonando a casa de família atrás da sua própria felicidade – aquela que todos temos direito de procurar – contudo, sem querer olhar para trás, para os problemas que se foram acumulando e para ela mesma que ali ficou.

Os animais, os que lhe faziam companhia, esses ficaram; fosse pelo que fosse – ficaram! E ajudaram-na chegando ao entendimento mútuo, aquele que ultrapassa as barreiras mentais do raciocínio, do próprio linguajar de cada um, de cada espécie…

Os que restaram, naquela casa, todos eles atingiram a linguagem universal do Amor…

Porém… não somos de ferro e, por vezes, não aguentamos mais a pressão que se abate sobre nós. Então, o instinto de sobrevivência sobrevém e temos necessidade de deitar abaixo as barreiras que nos tapam.

É o grito de liberdade que soa no íntimo de cada um e que é saudável seguir.

Com o Tempo que tudo mitiga, aniquila e transforma, será possível, a todos os intervenientes e em todas as situações, refazer intimidades mesmo que sejam noutro lugar, noutro espaço, com outro conjunto de seres em redor, ou com os mesmos no mesmo sítio, promovendo um recomeço mais equilibrado, mais sabedor das próprias necessidades e das necessidades dos outros.

Tudo o que se vive, tudo o que se sofre, tudo o que nos alegra serão experiências válidas e conhecimentos úteis sempre que os soubermos bem sentir e valorizar.

Nunca é tarde para um gesto fraterno, para uma iniciativa amiga e é especialmente bom quando olhamos com olho observador o nosso passado e sabemos que dos erros promovemos o perdão da conjuntura – por nós, pelos outros e pelas situações traumáticas criadas – seja pessoalmente, seja em bons pensamentos enviados à distância com a força da sinceridade pela felicidade de cada um, incluindo a nossa.

Porque não podemos dar perdão a outrem se não o tivermos por nós mesmos, pois como partilhar o que não se tem?

Afinal, não dizem os sábios que todos temos que atingir a meta da linguagem universal do Amor, da paz e da harmonia universal?

 


publicado por eva às 00:31

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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

Amor e desamor

mizade é entendimento, carinho e entreajuda pelo amigo(a) e seus bem-quereres, com respeito pelas suas preferências.

Os romances baseiam-se em amizades mais profundas e, geralmente, entre sexos diferentes com desejos de criarem filhos desse romance, elaborado em amizade maior, duradoura e firme.

O amor toma diversas formas, umas mais fortes, outras mais sensíveis e delicadas.

Todos os relacionamentos são fomentados pelo amor e até pelo desamor que pode atingir o horror.

O ódio e a vingança, que geralmente acompanham o desamor, são deformações de sentimentos, na maioria das vezes causados ou por orgulho doentio ou por trauma violento.

O horror e o pavor andam a par, também na maioria dos casos.

Amar não quer dizer passar os anos apaixonando-se consecutivamente por este(a), aquele(a), o outro(a).

Referimos o amor sadio, benevolente, que engrandece o ser e tudo o que se lhe liga em redor, ou o que influencia de modo mais afastado, por correlação.

É desejável viver a vida amando o mais que nos for possível, em fraternidade e em romance, e a vida será uma vivência mais plena de bons sentimentos de nós e por nós.

Uma vida com boa vontade de ser vivida – vivenciada com amplitude e sabedoria.

 


publicado por eva às 00:32

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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

Simplicidades

- odes dar-me um copo de água?

- Água? Não queres um sumo?

- Vais tomar o quê?

- Eu vou agora fazer um cafezinho para mim. Queres um?

- Não. Preferia água.

- Aqui tens. Porque gostas tanto de água?

- Porque sabe bem, tira-me mesmo a sede e não deixa sabor algum na boca. Tudo o demais deixa um travo a qualquer coisa – doce, amargo…

- Como o sumo e o café, não é?

- Exactamente. Prefiro a água, mas às vezes tenho problemas em pedir um copo de água num café ou restaurante, mas a questão é que não bebo toda uma garrafa, mesmo das pequenas.

- Levas o resto.

- Mas quero ter as mãos livres de garrafas, etc. Poderia ser simplesmente – um copo de água.

- Isso – já foi! Agora é uma garrafa de água por questões de higiene, etc.

- Etc. e tal… isso sim!

- Seja como for, vivemos agora e os costumes são estes. Passar os dias em lamentos, ou rabugices, só estragam os dias que poderiam ser alegres e despreocupados. Tenta arranjar espaço mental para as novidades e para o que não queres, senão os dias são um suplício.

- Ou seja, não há outra atitude positiva a não ser tentar, tentar sempre…

 


publicado por eva às 20:29

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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

Cristianismo é...

ra aqui está o bolo de aniversário com as velinhas todas.

Felizes os que têm fome e comida para comer. É bom sinal, é sinal que está tudo bem. Sabe-se de tanta gente que passa fome na solidão, e desolação, de suas casas, quando têm casa…

Sabe-se de tanta pobreza que não aparece, mais aquela que aparece nas notícias. Mais as notícias de crimes e horrores…

Ao nosso lado, ou lá longe, parece que já não deveria haver este tipo de situações no 3º milénio conhecido da humanidade cristã.

Cristianismo, como é óbvio, é mais lato que o catolicismo ou outra religião, ou corrente cristã.

Quantos cristãos há então? Porque cristianismo é seguir, ou continuar, em si próprio os ensinamentos e a prática destes, a exemplo de Jesus, o Cristo.

Onde estarão todos os cristãos que deveriam existir, pelo menos aqueles que se contam pelas religiões cristãs?

- São muitos?

 


publicado por eva às 00:32

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Terça-feira, 27 de Julho de 2010

Fé e Esperança

vida poderia ser um eterno romance, poderia ser um eterno bem-estar de paz e harmonia…

- Mas não é, e nem é nada que se assemelhe. Geralmente é uma vivência média de 80 anos em que acontece um turbilhão de acontecimentos, sentidos de modo mais dramático que feliz.

- Mas… a esperança persiste.

- Com certeza! Em boa dosagem a esperança pode sustentar-nos.

- Esperança e fé podem ser o mesmo, ter o mesmo efeito em nós.

- Ter o mesmo efeito, talvez, porém não são o mesmo. Esperança consiste em esperar, desejar que tudo seja conforme gostaríamos que fosse. A fé, sempre que é raciocinada, ou interpretada racionalmente, tem uma força enorme porque nos indica leis maiores, que tudo regem acima da mediania a que estamos expostos, e contém a explicação do que somos, do que sofremos e gozamos, tem a explicação do como e do porquê de tudo o que queremos saber, assim como tem a explicação do que deverá seguir-se a cada momento do presente.

- A fé – isso tudo? Acho que a confundi sempre.

- Com teimosia ou capricho?

- Não direi tão pouco, mas algo assim, efectivamente.

- A fé ajuda-nos, dá-nos alento a seguir em frente na certeza que tudo muda, tudo serve para promover o ser e a sua felicidade, que todas as culpas, todos os problemas e alegrias fazem parte do caminho individual, daquele caminho que cada caminhante faz no seu andar.

 


publicado por eva às 00:36

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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010

Rir faz bem

- ens que aprender a rir de ti mesmo, assim como de tudo e de todos.

- Mas… não consigo!

- Se souberes rir despreocupadamente de ti, saberás isso tudo.

- Mas para quê isso?

- Rir faz bem a tudo, isto é, o riso franco, amoroso e tranquilo.

- Riso tranquilo? Amoroso? O riso não é depreciativo?

- Isso sim que é pejorar o riso!

- Hã? Pejorar?

- Pejorar ou rebaixar ou aviltar ou degradar ou depreciar ou…

- Pronto, já percebi a ideia. Mas, para mim, o riso era usado sempre nesse sentido.

- Credo, que pobreza! Então e o rir com gosto?

- Exactamente!

- Pois, não, nada disso! Mas é evidente que alguns pobres de espírito só conseguem usar o riso para esse apoucado fim.

- Então o rir sempre é o melhor remédio e existe rir sem ser do ridículo dos outros?

- Pois, pois! O rir, ou o riso, amplia o sistema respiratório, relaxa os músculos e vitaliza todo o organismo, dos órgãos à mente e pensamentos. Aliás, se usarmos do riso franco no dia-a-dia conseguimos transformar os pensamentos mais negativos e a própria vida sorrirá para nós alterando intimamente o nosso modo de viver.

- Achar piada às coisas?

- Encontrar a razão primordial – tudo passa, nada é perene, até nós passaremos pela vida e atravessamos a morte para outra vida, para outra fonte de vida.

- Acreditas mesmo?

- E tu? Aceitas outro modo de viver a vida? Que outros tenham outro modo de viver? Vejam a vida de outro modo? A oiçam, escrevam e pintem de outro modo?

- Humm…

 


publicado por eva às 00:30

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Domingo, 25 de Julho de 2010

Todos podemos ser

uero aquele gatinho! Quero levar este cachorro, deixam? Quero… Quero!

E depois os animaizinhos crescem e tornam-se adultos e perdem toda aquela piada da novidade e depois…

Depois os pais ou promovem a responsabilidade, ou não.

E os filhos ou estão ou não receptíveis a esse ensino ou à falta dele.

E somos uma sociedade feliz porque há sempre alguém que queira bem a outro ser vivo que, em princípio, lhe retribui com simpatia.

Todos nos vamos amparando de algum modo e todos precisamos dessa força interior, dessa energia que tudo altera em nós, nos outros e em tudo – o Amor.

Esse Amor que se dedica constantemente, sem torturas nem faltas de ar, mas trazendo bem-estar e paz interior.

Esse Amor que expande a grandeza de ser que todos somos, desde os mais empedernidos aos mais elevados.

Todos podemos sentir esse Amor magnânimo, todos podemos caminhar melhor os trilhos da nossa vida.

Todos podemos ser o que, afinal, já somos e nem percebemos o quanto somos!

 


publicado por eva às 00:38

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Sábado, 24 de Julho de 2010

Tudo isto somos nós

anta despesa, tanto calote, tanto disparate, tantos esquemas de extorsão, tanto mistério. Afinal, esmiuçadas as coisas – nada! Nada que jeito tenha para ninguém, a não ser para ir entretendo e enganando uns e outros. Os que precisam mesmo, os que não se importam, os que se divertem à custa do alheio e os ignorantes.

Tudo isto é sociedade. Tudo isto é família e amigos. Tudo isto é actual. Tudo isto somos nós.

Mas tudo isto não é fado, porque cada um pode mudar a sua forma de viver e de ver a vida com outros olhos – os da integridade.

Não se deve querer ter o que não se pode ter. E, além disso, será mesmo imprescindível ter? Ou será para não ficar atrás do fala-fala da família, dos amigos, vizinhos, etc.?

É com certeza mais difícil aguentar os arrogantes que nada têm, mas acusam os outros de não ter, ou dos que fazem comparações infelizes com outros ou dos que se oferecem para colmatar despesas desnecessárias para depois exigirem recompensas de tal formidável ajuda.

Bem vistas as coisas, alguém aceitou ajuda que não precisava e, por tal, paga-se geralmente o que se recebeu mais as jóias que se exigem a posteriori, à toa e por mordomia.

Tudo isto é sociedade. Tudo isto é família e amigos. Tudo isto é actual. Tudo isto somos nós.

As nossas escolhas e objectivos também somos nós.

A integridade, a simplicidade e a verdade em nossa mente e em nossa boca, em nossa casa e em nossos bens – andam aliadas e somos nós.

 


publicado por eva às 12:56

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Sexta-feira, 23 de Julho de 2010

As palavras

- reciso de autorização para…

- Para nada! A menina faça o trabalho que lhe compete e mais nada. Aqui não há, nem deixa de haver autorizações. Ou faz ou não faz, e a porta está ali e está sempre aberta.

- Era só…

- Nada! A escolha é sua.

- Adeus!

- Hã?

- … Há gente que não se enxerga, isso sim!

- Ou que não ouve.

- Ou que nem sabe para que são os ouvidos.

- Pois, pronto, vamos em frente.

- Sim, sim. Diz que é para assinar onde? Ok, já está tudo? Obrigada. E as chaves? Ah! Um sonho!

- Agora voltas ao trabalho?

- Nem sei! Que dizes?

- Digo que vale sempre a pena tentar, tentar explicar o nosso ponto de vista e depois a cada um a sua sentença. Pelo menos tentas fazer o que deves.

- Dizer!

- As palavras podem ser para o lixo ou podem ser de ouro. Faz com que as tuas sejam, pelo menos, douradas.

 


publicado por eva às 00:38

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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

Caminho de vida

- stou magoada, pronto, já disse!

- Mas cada um faz o melhor de si. Se não é melhor é porque ainda não o consegue ser. Isto é, não é só para ti que alguém é como é.

- Ah! Isso é que não, que eu bem vejo como trata os outros clientes. Sempre do melhor e ainda vai buscar o produto a Judas se for preciso.

- Então e para ti, como é?

- Para mim é – não tenho, não há, já acabou…

- Se nada agrada, porque não mudas tu de fornecedor? Evitavas esse teu carpir.

- Oh! Mas ele é o da zona. Outro meio é ser eu mesma a ir buscar as coisas e isso não rende para o negócio.

- Então atura o problema do melhor modo – não lhe dês uma importância que não deveria ter sequer.

- Mas eu queria que mudasse de atitude…

- Mas isso não parece muito justo, pois não?

- Não?

- Nós somos o que ainda somos, mais o que almejamos ser. Não podemos, nem devemos, querer transformar os outros à nossa imagem. Quem pode garantir que isso é o melhor para esse outro? A cada um o seu caminho de evolução.

- Essa agora!

- Pois… o caminho de vida é individual junto com a dignidade e a cooperação com o colectivo onde se insere.

- Não compliques!

- É só isto – e isto é simplicíssimo.

 


publicado por eva às 00:31

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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