Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Do equilíbrio

Às vezes encontramos pessoas únicas!
Únicas, no sentido de superioridade, seja esta superioridade de nível amoroso-carinhoso pela vida em todas as formas que aparecem em redor, seja a nível de capacidade de trabalho, nível de intelectualidade superior ou de sensibilidade artística, ou de abnegação por todos os que vai encontrando, esquecendo-se de si mesmo, de modo constante.
Todos temos uma enorme capacidade de dar de nós aos outros e às coisas.
Mas nem todos temos essa noção e nem sequer observamos bem o que fazemos, tal é a constância dessas atitudes que estão tão acomodadas em nós e são nós mesmos.
Porém, tudo o que anule a nossa vivência está em excesso.
A nossa harmonia depende do equilíbrio, da nossa capacidade de olharmos por nós mesmos.
Também não é darmos apenas importância a nós e às nossas coisas.
É o equilíbrio em nós e de nós para os outros que devemos alcançar, porque dele depende o nosso desempenho em todos os âmbitos da nossa vida, desde a saúde física, psíquica, bem-estar familiar, social, laboral, etc.
Somos um conjunto de agravos e virtudes que temos por missão regenerar e intensificar em virtudes excelsas durante um prazo temporal, que se resume no que chamamos uma vida.
Onde estamos, o que pensamos, fazemos e falamos são a nossa essência do dia-a-dia e devemos alcançar o brilho de uma luz interior que nos ilumine de modo a iluminar tudo em redor.
Além de que dar é partilhar o que temos. E se não nos cuidarmos com carinho próprio chega o dia em que não temos mais para dar.
- Dar e partilhar é, então, cuidar de nós e dos outros em igualdade…

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Imagem retirada da net

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Disse  José Régio:  Será antes pelo que nos revela do homem temporal que uma obra dura por humana - ou antes pelo que nos revela do homem eterno?
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publicado por eva às 00:37

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Domingo, 29 de Novembro de 2009

Cecília Meireles # Cântico IV (Tu tens um medo)

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Tu tens um medo:
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.

E então serás eterno.

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de Cecília Meireles
in "Cânticos"
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Disse  Cecília Meireles:  Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida !
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publicado por eva às 20:49

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Sábado, 28 de Novembro de 2009

A sustentável leveza do ser

As noites e os dias que se sucedem pareciam indiciar que nada mudaria, a não ser o crescimento, ou desenvolvimento, conforme a idade que ia chegando.
Mas há dias, instantes do dia que tudo transformam. Os nossos sonhos, quereres mais escondidos ou apagados, as nossas crenças – em nós, na vida, em algo transcendente e divino…
Será porque chegamos a sonhar, será porque a rotina se quebra e ela é tão cómoda, será porque se nos sentimos bem, geralmente, não gostamos de mudanças, será porque…
A verdade é que nessas alturas falta até o oxigénio, falham as forças e tudo o que fizemos gira e gira em redor do nosso olhar, da nossa cabeça, do nosso íntimo.
E eis que podemos sentir, e amar, essa percepção, uma mão que amigavelmente se nos estende… Não são precisas palavras, basta sentir essa amizade de solidariedade.
Outras vezes é o clarão de luz que tem um sorriso simpático que alguém nos dirige, precisamente na altura que nos sentimos a cair… a sair da vida… vida?
Sempre o amor, o carinho a sustentar os seres… Somos amor solidário, companheiro… Deveria ser fácil chegar ao amor sublime. Se calhar é só manter a lembrança da nossa fragilidade, da nossa própria necessidade de carinho…

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Imagem retirada da net
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Disse  Lao-Tsé:  A bondade em palavras cria confiança; a bondade em pensamento cria profundidade; a bondade em dádiva cria amor !
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publicado por eva às 00:32

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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Não há mal que sempre dure

- O que é para ti a esperança?
- Logo pela manhã uma pergunta dessas? Nem consigo alinhar os pensamentos? Mais um bocadinho e já respondo, vou dormir mais um pouquinho a pensar nisso…
- …
- …
- Então? Já são mais que horas, despacha-te! Já nem dá para chegares a tempo, quanto mais para responderes.
- Ihhh! Vou já! E ainda te respondo no caminho.
- Pois!
- Digo-te que a esperança é optimismo, é a dúvida positiva e construtiva.
- Ou seja, a dúvida deixa de ser destrutiva ou depressiva?
- Exactamente! Ao duvidar, por não ter a certeza do que vai acontecer ou está acontecendo, pode sentir-se a esperança que seja melhor do que aparenta ser.
- E a esperança então, dá forças para lutar…
- Pois dá, assim como dá a força da paciência para esperar pelo desfecho das situações e depois as forças necessárias para aguardar melhores dias.
- Seguindo o dizer do povo: não há mal que sempre dure nem bem que perdure?
- Também. O que interessa é ter forças para ir sempre trilhando os caminhos que nos surgem e pelos quais optamos. E sejam as nossas opções sempre o melhor de nós.

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Pablo Picasso
Imagem retirada da net
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Disse  Thomas Fuller:  As grandes esperanças fazem os grandes homens !
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publicado por eva às 00:22

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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

O dar e o receber

- Qual é coisa qual é ela que dividindo, une?
- Hã?
- Não sabes, pois não?
- Se calhar sei! É o amor!
- Pois é, mas assim não vale, espreitaste!
- Então…
- Ora, assim não tem piada!
- Desculpa, foi irresistível…
- Bem, e sabes porquê? Essa parte não estava na folha!
- Acho que sim, porque amor por outrem significa preferirmos dar que receber!
- Pois é, em amor preferimos que a parte de nós que quer algo seja a que dá o que o outro precisa para a sua felicidade. E sempre que tal sentimento é recíproco, essa ligação de felicidade une os seres que a ela se dedicam.
- Seja por alguém que se torna especial para nós, entre todos os outros, ou seja por um ideal, geralmente humanitário.
- E não há cansaço nem medos, nem nada, que pareça impossível de transpor. Tudo parece ao alcance do simples querer, e conseguimos projectar todo o nosso fôlego, ou toda a pujança do nosso ser, seja a física seja a emocional.
- Ou seja, todos podemos conseguir muito, muitíssimo mais do que geralmente pensamos conseguir.
- É! Temos poderes ilimitados para o querer, assim sejam eles sempre empregues no que nos favorece o progresso, a nós próprios e aos outros, pois como acontece com todas as virtudes, essa força amplia o ser.

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Imagem retirada da net
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Disse  Clarice Lispector:  Amar os outros é a única salvação individual que conheço !
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publicado por eva às 23:35

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Etcéteras

Há modos de vida engraçados como, por exemplo, trabalhar no comércio de papelaria-livraria, que geralmente acumula com doces e outros etcéteras.
É uma roda-viva para atender estudantes e indivíduos de qualquer idade que querem ler, aprender, manter-se informados ou simplesmente bisbilhotar ou comprar livros e cadernos para não ter faltas de material nas aulas.
Por todas as razões possíveis, mais as inverosímeis, as papelarias têm, geralmente, um grupo de interessados, mais ou menos nivelados culturalmente.
Isso é uma grande ajuda para ser um modo de trabalhar agradável e de bom ambiente, além de que os produtos são também agradáveis à vista e todo o ambiente que se gera é propício a um certo equilíbrio de energias e forças.
Enfim, em alturas de crise económica não é uma actividade necessária e como tal pode entrar em declínio como, aliás, todas as actividades ligadas à cultura, pois sofrem a repercussão da fragilidade económica.
É engraçada, também, a coincidência de haver uma papelaria em frente, ou ao lado, das escolas, à distância de simples passos, pois indicia a facilidade de estabelecer relações comerciais rapidamente.
Resumindo, o nosso trabalho, a actividade que desenvolvemos quotidianamente, os nossos interesses, podem ajudar ao equilíbrio que necessitamos.
- Que absorvemos, até! E sem dar por isso, tal é a ignorância que mormente temos de nós próprios, das nossas necessidades tão importantes como do ar que respiramos ou da água que bebemos.
- Pois é isso mesmo! Necessitamos vermo-nos com discernimento, estudar as nossas atitudes e ver o que nos desagrada e o que agrada e porquê. Seguidamente observar o que está errado e o que está certo. E, sempre que possível, decidir-nos pela nossa correcção para nossa felicidade. Porque a capacidade de ser feliz e estar em paz depende de nós e de nossas atitudes satisfatórias para nós mesmos.
- Para a moral que nos rege e que nos permite distinguir o que está mal e o que está bem.

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Gandhi - fotografia de Margaret Bourke-White em 1946
Imagem retirada da net
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Disse  Vergílio Ferreira:  Não penses que a sabedoria é feita do que se acumulou. Porque ela é feita apenas do que resta depois do que se deitou fora !
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publicado por eva às 00:58

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Terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Do ser humano

Seres individuais que sobrevivem melhor ao partilhar com outros as suas tristezas, ambições e alegrias – são as pessoas sociabilizadas.
As pessoas precisam de comida, água, agasalho, abrigo e… de partilhar as suas necessidades e realidades.
Sem essas componentes há um sentimento, menos ou mais generalizado, de falha, da falta de algo essencial.
- Por isso o ser humano é um ser social?
- Eis uma frase que resume o sentido do que foi dito. Efectivamente, o ser humano, em sociedade provoca uma aprendizagem contínua em si mesmo e nos outros com quem convive ou de quem tem notícia. Na troca de necessidades e conhecimentos, o ser adquire certo esplendor na sua personalidade. Não estamos a referir o esplendor de festas, ou o esplendor de figuras elegantes e vestidas à última moda, ou com carros e casas especiais e que passeiam os bens no emprego ou nas ruas e vizinhanças. Não nos referimos ao status social. Referimo-nos à partilha de sentimentos, à partilha amorosa de penares e alegrias com a mesma vontade de ajudar o outro mais que a nós mesmos, aliás, com esquecimento das nossas necessidades por substituição das necessidades de quem nos são tão queridos.
- Falas da família íntima, a da casa?
- Evidentemente, mas quanto maior é o círculo dessa interacção, mais evoluída é a personalidade do indivíduo.
- Como diferencias indivíduo de pessoa?
- Indivíduo é o ser individualmente separado dos outros da mesma espécie e doutras espécies. Pessoa é a personalidade que enforma esse ser e que vai alterando e evoluindo constantemente, a cada instante em que se põem à prova as suas condições físicas, emocionais e intelectuais.
- Então o indivíduo é a divisória entre os outros, com características únicas que o diferenciam… E a pessoa é, ao contrário, o conjunto de condições de personalidade que, em semelhança com outros, conduz à formação de grupos e ao unir de forças individuais para um fim ideal e comum.
- E são partes integrantes do ser humano.

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Mino Ceretti - Homem em espelho partido
Imagem retirada da net
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Disse  Charles Michael Schwab:  A personalidade está para o homem como o perfume está para a flor !
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publicado por eva às 00:33

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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Da dignidade do ser

Trabalho, para quem o tem…
Para quem não o tem, qualquer coisa serviria mas, às vezes, as exigências sociais dificultam a conjugação de oportunidades e meios.
Trabalho e emprego são, efectivamente, situações bem distintas. Em alturas de crise, ou se trabalha por conta própria ou não há trabalho para suprir as dificuldades. Dificuldades não são luxos, são privações do essencial… E o essencial é mesmo essencial.
Com tanta modernice, a ideia da maioria é a de que se não se comprar os bens de marca e do preço que os amigos têm ou superior, estão com privações…
Mas não! Privações atingem o limiar de fome e pobreza, e não de menos luxo.
As sociedades industrializadas alteraram bastante as tabelas de sobrevivência e vivência.
É necessário ter a noção das verdadeiras necessidades e olhar para o próximo com carinho e a intenção de poder ajudar, nem que seja com um olhar de simpatia. E não com um certo desprezo comparando o que já foi com o que é e o que poderia ter sido, talvez com menos escrúpulos.
É razoável ser carinhoso com todos os que estão em condições menos favoráveis que a nossa, quer a manifestem, quer a escondam cheios de vergonha.
E firmar a ideia que o trabalho, do mais humilde ao mais luxuoso, pode ser digno se for produzido com dignidade moral.
Porque essa é a dignidade do ser – a dignidade moral.

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Imagem retirada da net
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Disse  Oscar Wilde:  A melhor maneira de apreciares o teu trabalho, é imaginares-te sem trabalho !
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publicado por eva às 00:47

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Domingo, 22 de Novembro de 2009

Cecília Meireles # A arte de ser feliz (Crónica 2)

HOUVE um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

HOUVE um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

HOUVE um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, a às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

HOUVE um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

MAS, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

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in "Escolha seu sonho"

de Cecília Meireles

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Disse  Cecília Meireles:  O vento é o mesmo: mas sua resposta é diferente, em cada folha !

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publicado por eva às 00:32

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Sábado, 21 de Novembro de 2009

Equilíbrios

Somos seres necessitados de sociabilização e, ao mesmo tempo, somos seres anti-sociais em recolhimento individual por opção própria.
Precisamos de encontrar o equilíbrio…
- Dos doces?
- Hã?
- Equilíbrio nos doces…
- Bem, podemos ir por aí… O equilíbrio dos doces ou da doçura nas nossas vidas. Somos todos criaturas de amor e doçura, das plantas aos animais, dos inanimados aos animados, aos indivíduos de todas as raças e culturas.
- E dos vingativos…
- A vingança antes do desejo de a ser, ou ter, é dor insuportável, consciente ou velada. Quantas vezes interpretamos, desejamos até o que não é mas o que nos parece que é, o que parece, com toda a certeza possível, e patente em todos os indícios que vamos encontrando. Tal como se esses indícios fossem semeados para nós os encontrarmos, ali mesmo à vista desarmada, para serem interpretados de modo igual ao que pensámos previamente e que nos objectivou essa mesma procura.
- A realidade muda assim?
- A interpretação que damos às coisas, geralmente, pré-existe nas nossas cabeças antes de as provarmos, ou confirmarmos por isto e por aquilo. Por isso cada um tem a realidade que merece, se interpretarmos esse merecimento em conformidade com os pré-requisitos dessa interpretação. Isto é, todos somos parciais nas interpretações a que somos levados, ou induzidos, pelo nosso carácter pessoal – por angústia, por orgulho, por distracção, ou afastamento ou isolamento ou por excessiva dedicação às coisas.
- Então somos o que escolhemos ser, conscientemente ou não?
- Somos o que podemos ser a cada instante e que podemos começar a alterar por nosso livre-arbítrio e, seguidamente, manter com a nossa força de vontade.

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Imagem retirada da net
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Disse Louise Nevelson: O que chamamos realidade é o consenso a que chegámos para podermos viver melhor !
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publicado por eva às 20:46

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