Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 31 de Outubro de 2009

Exames

Vamos imaginar que estamos num exame oral, dos antigos.
Isto é, que temos, aproximadamente, 10 minutos para mostrar o que aprendemos no último ano, a bagagem da nossa cultura em termos globais, a capacidade do nosso entendimento e dialéctica, assim como a velocidade de raciocínio e de re-conjuntura estrutural dos nossos conhecimentos perante a resposta solicitada.
- Já agora, convém não esquecer que era isso tudo à frente de professores que, geralmente, nos amedrontavam e que não conhecíamos, à excepção de um – o nosso, do ano lectivo.
- Exactamente! E isso era uma prova exigentíssima para quem estudava ou por quem era responsável por si e pelo seu saber.
- Mas lembras isso porquê? Era uma prova simplesmente horrível pela sobrecarga de nervos que implicava, a ponto de muitos, sabendo perfeitamente a resposta, sofrerem de uma amnésia ou mudez imediata e compulsiva, que não lhes permitia qualquer hipótese de responder em tempo útil.
- Pois, pois… Era uma lástima ver bons e conscienciosos estudantes falharem, mas também era agradável ver e ouvir outros tão aproveitadores dos estudos feitos. Enfim, era uma prova de 10 minutos para decidir o futuro…
- Mas a que vem essa lembrança?
- Vem a propósito de me perguntares o que é para mim a vida. Pois, a vida é para mim um exame que decorre em minutos, se pensarmos na eternidade do espírito ou na existência infinita do ser. Nesses minutos, que para nós são 50 a 80 anos em média, estamos confinados a um determinado espaço e corpo físico. Além de milhares de condições e condicionalismos que nos são dados, temos que prestar prova de exame das nossas capacidades e conhecimentos a cada dificuldade e da nossa humildade a cada sucesso, tudo muito bem temperado com Amor.
- Achas? Parece uma história-base de ficção…
- Imagina então que estamos como num cenário, em que os adereços são os problemas e vicissitudes do nosso passado, que ali aparecem para provarmos que já não os resolvemos agora como anteriormente e que os resolvemos de melhor modo – para nós, para os outros intervenientes da situação e do processo, assim como respeitosamente para todo a ambiente natural que nos rodeia. Todos e tudo faz parte de uma criação magnífica, que tem leis muito próprias a regê-la. Leis essas que são para se cumprir e que o Amor ajuda e incita a resolver correctamente.
- Então o amor…?
- O amor não tanto, mas o Amor – esse é a maior força do universo, a mais poderosa lei cósmica que existe e que nos subsidia a evolução…

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Rafael - Pormenor de A Escola de Atenas
Imagem retirada da net
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Disse  Heráclito de Éfeso:  Não nos banhamos duas vezes na mesma corrente do rio !
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Felicidade em tons de rosa

Há pessoas que nos incitam a ser felizes, digamos que nos provocam emoções, sentimentos e pensamentos felizes – seja nesta ordem ou noutra ou em simultâneo.
Assim como há outros casos de autêntica repulsa e medo, que tentamos, quase dramaticamente, superar com todas as nossas forças.
- Porquê?
- Porquê, o quê?
- Porque tentamos superar os medos e repulsas e não nos afastamos simplesmente dessas pessoas?
- Porque se não superarmos em nós esses sentires, não temos paz em nossos corações. E é por essa paz que ansiamos e tentamos constantemente superar os sentimentos inferiores em nós. Por quem os sentimos é irrelevante, o que interessa é que somos capazes de senti-los…
- Mesmo que o outro os mereça completamente, e mereça ainda mais sentimentos do género por ser a pessoa que é para nós?
- O que importa não é tanto o que o outro é, mas aquilo que desperta em nós, sejam emoções, sentimentos ou pensamentos que se descontrolam facilmente em nojo ou pavor ou algo equivalente. É esse nosso descontrolo que devemos ultrapassar.
- Queres dizer que o outro não interessa?
- Quero dizer que a nossa interpretação tem mais a ver connosco, nossas experiências passadas e com o nosso passado do que com aquele indivíduo que nos causa tais sentimentos infelizes e que nos pode, inclusive, estragar o dia apenas por pensar nele(a).
- Mas a questão é que esses indivíduos têm na mão, geralmente, a faca e o queijo da nossa vidinha familiar ou do trabalho e da nossa promoção, versus dinheiro ao fim do mês, etc.
- Acredites ou não, eles têm de nós o que nós lhes permitirmos em termos mentais, mais que físicos ou da vida prática. Refiro-me à nossa paz interior que não deveria merecer ser diminuída por tais sujeitos.
- Essa paz é sinónimo de nossa felicidade?
- Essa paz é sinónimo do progresso que temos e, sim, da nossa felicidade bem sentida.
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René Magritte - Decalcomania
Imagem retirada da net 
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Disse  Michel Quoist:  A humanidade inteira precisa de ti, pois onde estiveres, és único, e portanto, insubstituível !
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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Afinal, quem somos nós?

Afinal, que lugar ocupamos no espaço? Que é a matéria? Quem somos nós? Que tempo universal é o nosso?
- Afinal existe, ou não existe, tempo e espaço?
- Não há absolutismos desses, tudo é relativo e conjuntural. Nós somos uma parcela ínfima que mantém todas as características do cosmos onde existe o planeta Terra.
- Então somos uma… hã… amostra?
- Mantemos as características sublimes de tudo o que sentimos e fazemos num estado por vezes mínimo de evolução, outras vezes num grau muito adiantado de progresso. Isto é, temos em nós uma essência divina que nos permite, através da consciência, escolher o rumo certo para as nossas emoções e forças.
- Então porque há tanta crueldade e martírio entre as pessoas? Porque desfaz o homem a natureza, precisamente a que tudo tem para o salvar, desde o oxigénio aos produtos que curam todas as doenças que o sobrecarregam?
- Porque se acha o homem um ser superior? Porque pensa e raciocina? Porque tem caprichos emotivos e destruidores de tudo o que possa embaraçar a satisfação desses caprichos, ou desejos, e que julga imprescindíveis para sua felicidade? Qual será a resposta a estas questões? Simples capacidade de lucidez de si mesmo?
- Continuamos nas incógnitas sem conseguir respostas?
- Continuamos observando seres e acontecimentos maravilhosos no meio de outros… e esses são a prova que é possível sermos cada vez mais brilhantes em nós próprios, para nós mesmos e para os outros.
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René Magritte - A condição humana
Imagem retirada da net
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Disse  William Hazlitt:  O homem é o único animal que ri e chora, porque é o único que se impressiona com a diferença que há entre o que é e o que devia ser !
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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Projecções

Para uns há só um Deus, para outro muitos deuses ou santos e para outros nenhum Deus nem nada a não ser a realidade que vêem diariamente.
- Apercebi-me da solidão interior destes últimos quando lhes falece alguém muito querido do seu coração, do seu amor…
- A maioria necessita manter o seu pensamento elevado em Deus, ou em alguém, ou algo, que contenha a magnificência de todos os sentimentos e emoções que temos. Um ser superior, acima das controvérsias que enfrentamos, acima da nossa pobreza espiritual e sensibilidade, acima de todos os percalços da nossa vida. Algo que simbolize a esperança que nos dá força para continuar e avançar no meio das tempestades virtuais de nós mesmos por nós próprios.
- Precisamos disso, não é?
- Precisamos de ter um ideal para seguir, um símbolo de toda a maravilha que se pode ser porque, senão, muito de nós a quem o ideal falta, acabamos por soçobrar em lodo de vivências que se repercutem na nossa família, no trabalho e em todas as secções sociais da nossa vida, incluindo a solidão.
- Mas não estamos a projectar nessa entidade, em tudo superior a nós, as nossas ambições e quereres mais ocultos? Não estamos a personificar uma deidade?
- Muitos fazem isso, ou seja, projectam uma personalidade ideal num deus ou santo, ou em Deus. Personificam em inúmeros santos a bênção superior para a solução específica deste ou aquele problema, desta ou aquela dificuldade. E, em boa verdade, isso lhes mantém acesa, senão a fé, pelo menos a esperança e conseguem prosperar, dando o impossível de si mesmos na convicção da almejada ajuda.
- Mas, então, é tudo falso e nós é que fazemos tudo!
- Há leis cósmicas, ou divinas, que tudo regem e essas leis determinam que conforme fazemos assim encontramos no nosso caminho…
- Conforme a medida que julgas assim serás julgado?
- Exactamente, e agora proponho eu uma questão: se personificamos Deus à nossa imagem e cremos Nele, será que Ele não gostaria que o personificássemos nessa magnificência que lhe outorgamos, tentando imitá-Lo?
- Ahhh!

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Salvador Dali - A gare de Perpignan
Imagem retirada da net
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Disse  Albert Einstein:  Deus não joga aos dados !
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publicado por eva às 00:38

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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

As grandes escolhas

A família, os professores e a vida são as grandes escolas que completam a nossa personalidade. A personalidade que já trazemos connosco quando nascemos, ou a nossa índole mais íntima e as ideias do que iremos fazer e tratar na vida que nessa altura começa.
A infância de cada um serve para crescer fisicamente e para o ser espiritual, que todos somos, se ir tornando tão físico e somático quanto lhe for necessário para cumprir a vida e a morte, no prazo temporal e na dimensão que lhe foi prescrito superiormente.
Já na adolescência começam as grandes escolhas sobre os amigos e com quem vai partilhar os momentos importantes da sua vida ou se vai continuar o seu caminho solitariamente. Solitário de apoios e opiniões, enfim, solitário de outras opiniões. Essa solidão não é sinónima de ascetismo.
As ditas escolhas vão determinar factores importantes e as directrizes que vão impulsionando a vida e a evolução das atitudes individuais ou em grupos, restritos e alargados.
Na fase adulta o indivíduo vai concretizar os seus planos e projectos alargando a sua influência para áreas da família, económicas e políticas.
Na velhice observa, inúmeras vezes, o seu percurso e atentamente vai fazendo as alterações possíveis; ficam em mente as intenções para o que já não lhe for possível concretizar.
Até ao último instante de vida sente-se a oportunidade de melhoramento interior – bem hajam os que não hesitam em trabalhar-se, como um escultor, alisando e aperfeiçoando as formas da sua peça.
Vida e morte são experiências necessárias no cômputo da existência e na evolução do ser.
- Então trabalhamos sempre, de uma forma ou de outra, até ao fim?
- Qual fim? Trabalhamos sempre, aprendendo e apreendendo – sempre!

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René Magritte - A resposta imprevista
Imagem retirada da net
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Disse  Fernando Pessoa:  Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada !
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publicado por eva às 00:29

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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Os medos

Os medos, os pavores e horrores que temos tolhem as nossas acções e pensares.
A nossa forma de pensar, de elaborar os pensamentos, transforma-se a pouco e pouco minando a estrutura mental sub-repticiamente.
Os pensamentos formulados com este substrato negativo por base, começam a tolher a personalidade que passa a ser medrosa e fugidia em vez de corajosa e cheia de esperança de que há sempre um futuro luminoso à nossa espera.
Esperança estruturada e movida pela fé que impele o ser na sua evolução, como uma ventania que o arrebata para o elevar, mesmo que já não tenha forças para isso.
A fé move montanhas e move tudo o que estiver a impedir o caminho da evolução a cada indivíduo.
O impossível é perfeitamente possível e até pode tornar-se uma banalidade.
Em contrapartida, as mentes transtornadas vêem montanhas de pesadelos que não os deixam mover, quanto mais sair das suas dificuldades.
As mentes acabrunhadas pelo medo têm tendência para acumular cada vez mais medos, gerados a partir do primeiro, a uma velocidade incontrolável e o indivíduo, geralmente, já não consegue aliviar essa carga por si.
Por vezes, nessa necessidade de alívio e de ar novo, o ser alheia-se da realidade, do seu dia e das noites, das suas responsabilidades, enfim.
Por fim alheia-se de tudo o que gosta e faz sentido na sua vida, de todos os que ama, e vive então como num satélite sem estar em lugar nenhum, nem com pessoa alguma que verdadeiramente lhe importe.
O desespero pode tomar conta dessa mente já adoentada e então dá-se o desgaste maior.
Deixar-se levar pela confiança que os problemas são para ser ultrapassados, com paciência e benevolência, e não são montanhas de desgaste nervoso ou permitir-se pensar que tudo tem uma boa solução e se, por acaso, não está ainda à vista, poderá ver-se a solução adequado no tempo justo da resolução.
E saber, sentindo bem dentro de si, do seu coração e da sua mente, que tudo tem um modo certo e um tempo justo para se resolver de modo positivo. Isto é, tudo pode servir para ampliar e favorecer o progresso e elevação do ser se, em vez do medo, dedicar o amor que tem dentro de si à benevolência por tudo e todos que ainda não conseguem ser melhores do que são.
O amor afugenta o medo e acarinha o ser que o sente, ampliando as suas qualidades e potencialidades até ao infinito de si próprio.
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Imagem retirada da net
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Disse  Alexandre O'Neill:  Ah  o  medo  vai  ter  tudo  tudo  (Penso  no  que  o  medo  vai  ter  e  tenho  medo  que  é  justamente  o  que  o  medo  quer)  !
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publicado por eva às 00:34

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Domingo, 25 de Outubro de 2009

José Régio # Quando eu nasci

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Quando eu nasci,
ficou tudo como estava,
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.

As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
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in "José Régio - Obra Completa"
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Disse  José Régio:  As palavras mais repetidas podem tornar-se novas. Toda a gente as diz, quase ninguém as sente!
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publicado por eva às 00:35

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Sábado, 24 de Outubro de 2009

Através da educação

Por educação atingimos as atitudes morais correctas, mesmo que a nossa moral ainda não tenha atingido esse nível intimamente.
Através da educação temos gestos e palavras de simpatia para com todos, sejam estes agradáveis, ou não, aos nossos sentidos e sentimentos.
Isto é, somos agradáveis e facilitamos a integração social a todos os que tenham, ou não, um aspecto, ou uma voz, ou palavras que, de algum modo, se conjuguem com os nossos gostos, desejos e almejos.
A todos os que não nos são, porventura, agradáveis somos igualmente sociáveis.
É este plano educador da unificação, por boa vontade, que se vai impondo moralmente aos nossos sentimentos íntimos.
Aos poucos, durante a vida, vamos limando esses sentimentos mais pessoais em prol, precisamente, desses outros mais equitativos que a educação nos impõe.
Quando isso não acontece encaramos com graves problemas da nossa própria inserção na sociedade e criamos grupos de simpatizantes afins.
Estes pequenos grupos podem tornar-se, a cada dia, mais importantes para nós do que a educação moral que nos guiou anteriormente e a arrogância pode tomar um lugar, na nossa personalidade, que nos restringe a liberdade de educação.
Porque a educação que induz a essas atitudes de simpatia, e de bem, generalistas, induz também à ampliação do ser.
- À sua liberdade!
- Porque o ser é tão mais livre quanto mais independente for das vicissitudes dos outros, quanto mais independente for de si mesmo para sentir e praticar o bem, que algures começou por ser prática antes de sentimento.
- Nesses casos, a prática habitual educou o sentimento e o pensamento.
- Claro que ambos os modelos educacionais são úteis: ou pela teoria educacional, cômputo emoção-sentimento-pensamento, atingimos a capacidade de pôr em prática os valores aprendidos – cômputo palavras-atitudes –, ou pela prática educacional que as vivências nos impõem atingimos a teoria, evoluindo no sentido inverso.
- A questão é aproveitarmos ou não as experiências para o nosso progresso moral e espiritual.

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Disse  Vergílio Ferreira:  Ser livre é ser-se o mesmo, sendo-se outro !
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publicado por eva às 21:54

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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

O que somos?

Onde estamos? Onde vivemos? O que somos? Afinal, o que é isto…?
Há uma força criadora que estabelece vida em inúmeras formas e composições e essas composições recompõem-se constantemente em renovadas formas de vida, e daí até ao infinito.
Até ao infinito, porque é o termo que usamos com o sentido de não fazer a mínima ideia do que este é, mas conceituamos que é enorme ou que significa uma enormidade que não conseguimos calcular.
O infinito representa, por isso, a nossa pequenez, a nossa incapacidade de prever além de determinados limites – em suma, representa as nossas limitações.
Somos finitos em nossas representações e cálculos, mas o suficiente para perceber que além de nós, assim existentes deste modo, deve existir uma força coordenadora, criadora e estabelecedora de todas as outras, porque no nosso imaginário tudo tem um centro, um cerne donde tudo expande e repercute em ondas sucessivas.
Somos também suficientemente finitos para perceber que conseguimos emanar alguma dessa força magnífica em nós, por nós e para o exterior de nós. Sendo esse exterior maior para uns que para outros.
E nessa finitude conseguimos perceber e projectar, por equações lógicas ou pensamentos elaborados, tudo o que poderia existir, tudo o que deveria existir.
O campo da projecção lógica permite ao Homem sonhar alto e projectar-se ele mesmo no modo infinito que criou.

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Disse  Cesare Pavese:  É preciso procurar uma só coisa, para encontrar muitas !
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publicado por eva às 00:34

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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Conforme se dá, assim se recebe

Partilhar-se a si mesmo com outros…
- Quais outros?
- Os primeiros outros são a família mais próxima, a seguir os amigos que se vão fazendo, depois os conhecidos de ocasião, isto é, os que se encontram quotidianamente pelos mesmos lugares que frequentamos, ou por onde passamos.
- Mas que partilha é essa? É ir dando o que se tem aos outros?
- Não estamos a falar de coisas materiais – comidas, roupas, etc. Estamos a falar de dar atenção e carinho, seja às pessoas seja a tudo o que engloba a paisagem das nossas andanças pelas linhas da vida, a integração que vamos traçando no nosso percurso a cada instante, a cada pensamento. Porque, conforme se dá, assim se recebe. E todos recebemos tanto e de modo tão diverso que parece incrível como quase nunca damos por isso ou, sequer, agradecemos.
Por exemplo, a condição de estar vivo e poder mover-se com independência, fazendo as nossas pequenas e grandes coisas… A condição de poder conviver com pessoas de menos, e demais para aquilo que lhes damos e poder distinguir uns casos dos outros com lucidez. Poder, simplesmente, levantar da cama todos os dias, e ter uma cama limpa para dormir a cada noite…
Sentir que temos uma casa com pessoas que amamos e que nos amam, mesmo nos dias de mau humor. Mesmo que soframos despedimento do trabalho ou uma série de azares… mesmo que fiquemos doentes ou inválidos, por muito ou pouco tempo…
Saber distinguir quem fica ao pé de nós, quando todos os outros fogem displicentemente… quem nos ajuda… Mas sobretudo, saber reconhecer o que nós faríamos e fazemos pelos outros? Seremos capazes de dar o que alguns nos dão incondicionalmente? Seríamos capazes, não só de retribuir, mas de dar em primeira mão, assim que a ocasião se proporcionasse?
- Afinal… quem somos nós para nós mesmos e para os outros? E para quais outros?
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Disse Martin Luther King: No final, não nos recordaremos das palavras dos nossos inimigos, mas sim do silêncio dos nossos amigos !
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publicado por eva às 00:39

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