Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 31 de Maio de 2009

Antero de Quental # A indiferença dos governados

Um dos piores sintomas de desorganização social, que num povo livre se pode manifestar, é a indiferença da parte dos governados para o que diz respeito aos homens e às coisas do governo, porque, num povo livre, esses homens e essas coisas são os símbolos da actividade, das energias, da vida social, são os depositários da vontade e da soberania nacional.
Que um povo de escravos folgue indiferente ou durma o sono solto enquanto em cima se forjam as algemas servis, enquanto sobre o seu mesmo peito, como em bigorna insensível se bate a espada que lho há-de trespassar, é triste, mas compreende-se porque esse sono é o da abjecção e da ignomínia.
Mas quando é livre esse povo, quando a paz lhe é ainda convalescença para as feridas ganhadas em defesa dessa liberdade, quando começa a ter consciência de si e da sua soberania... que então, como tomado de vertigem, desvie os olhos do norte que tanto lhe custara a avistar e deixe correr indiferente a sabor do vento e da onda o navio que tanto risco lhe dera a lançar do porto; para esse povo é como de morte este sintoma, porque é o olvido da ideia que há pouco ainda lhe custara tanto suor tinto com tanto sangue, porque é renegar da bandeira da sua fé, porque é uma nação apóstata da religião das nações - a liberdade!
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in "Prosas da Época de Coimbra"

de Antero de Quental
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Disse  Antero de Quental:  A nossa fatalidade é a nossa história !
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publicado por eva às 00:25

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Sábado, 30 de Maio de 2009

Desentendimentos

Confusões e mal-entendidos. Amuos e desentendimentos graves.
- Oiço vozes!
- Não vejo ninguém!
- Não são dessas vozes. São as da minha cabeça. São as que me explicam o que devo fazer e dizem o que há-de vir.
- E tu ligas importância ou vais tratar-te?
- Tento analisá-las e só as atendo no que acho acertado. Também são vozes diferentes. Umas dizem um género de coisas, outras falam de outros assuntos. Mas, às vezes, é difícil fazê-las calar e tornam-se cansativas.
- Porquê? Não é como desligar ou ligar um botão? Não é só tomar um calmante ou ir dormir e esperar que passe?
- Nada disso, são até inoportunas. Posso estar a falar com alguém e começar um zumbido que não me deixa ouvir nada do que esse está a falar. Ou então oiço observações sobre ele.
- E não te cansa?
- Deixa a cabeça de rastos, pois!
- Que fazes nesses casos?
- A atitude é sempre o tratamento dessa informação. Primeiro analisa-se o teor e a voz das mensagens. Depois, conforme o sentido é pejorativo ou para ridicularizar, ou outro de género negativo, assim deve ser a transferência dessa informação para o sentido contrário. Porém, se o teor é construtivo podem envidar-se esforços para seguir as atitudes preconizadas, sempre depois de analisadas com cuidado.
- Afinal, isso é como a voz da consciência dos desenhos animados ou filmes que se vêem por aí?
- Semelhante, se quisermos colocar assim a questão.
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Pinóquio e a Fada Azul
Imagem retirada da net
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Disse Albert Einstein: É bem possível que por detrás das nossas percepções mentais, se ocultem mundos inteiros, dos quais não temos noção !
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publicado por eva às 00:25

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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Tudo é relativo?

Horários e agendas, mais ou menos sobrecarregadas pela aculturação de hábitos familiares e sociais.
Aculturação, também, por conhecimentos científicos, técnicos ou filosóficos, tanto da antiguidade como actuais.
Conhecimento e mais conhecimento do que nos rodeia e dos outros.
Geralmente, por fim, vem o auto-conhecimento, que poderia ser o primeiro.
- É a curiosidade que impele o indivíduo ou a necessidade?
- Boa pergunta. Para uns basta a curiosidade, para outros é a necessidade de solucionar, por intermédio da cultura, um determinado problema. Porém essa curiosidade, primeiramente referida, é, por si só, uma sentida necessidade. Uma necessidade imprescindível de saber e saber…
De tudo pôr em causa para seguidamente melhor analisar e concluir.
- São os sábios dos nossos dias?
- Hoje, com a quantidade de informação que é possível encontrar, talvez já não haja sábios enciclopédicos, mas sábios especialistas desta ou daquela área.
- E o estudo da natureza, por exemplo, fica para os ambientalistas?
- Fica para todos os que quiserem estudar, desde o seu geral ao seu pormenor mais particular. Mas tudo fica circunscrito ao bom senso. Nada do que se possa ler, ou conhecer, pode ser válido sem a componente do bom senso.
- Porque tudo é relativo?
- E porque tudo é UM.
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Jean-Honoré Fragonard - Curiosidade
Imagem retirada da net

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Disse  La Rochefoucauld:  Para bem se conhecer é preciso descer ao pormenor. Ora como o que há para conhecer é quase infinito, os nossos conhecimentos são sempre imperfeitos e superficiais !
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publicado por eva às 23:49

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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Os signos do Zodíaco

Parra da videira tem o significado geral da folha de videira e outros significados mais restritos, conforme se transfere para um símbolo - de vinhedos especiais, de vinhos que se pretendem distinguir ou enaltecer e, até, de livros e mensagens alusivas à vinha, à videira ou às suas características naturais.
É assim com a maioria dos símbolos. Partem do pressuposto genérico de que extraem uma particularidade que virá a ser considerada como um símbolo, ou signo, de outro.
- São as ilações, as referências e relações entre características afins.
- Pois é, olha o céu e os signos do Zodíaco. Acreditas na Astrologia?
- Astrologia, enquanto dominadora do indivíduo e suas vidas? Nem por isso. Acho que temos o livre arbítrio e que este nos permite avançar mais que um nível na nossa evolução. Assim como nos permite estacionar no marasmo dos erros repetidos, uma e outra vez.
- E astrologia enquanto “guiadora”…
- Astrologia, e outros estudos e análises tais, são, ou podem ser, orientadores para a vida dos indecisos, ou dos que precisam dessas técnicas para equilíbrios (ou desequilíbrios), para as suas vivências e curiosidades.
- Olha ali, os Gémeos! E… Aquário!
- Sim, e Virgem e tantas outras figuras que as estrelas podem formar. Tantas quanto a imaginação o permitir. Já reparaste nas nuvens e nas suas formas? Se quiseres e te concentrares podes interpretar nelas o teu futuro próximo. E decidir em conformidade com o que interpretas dos seus sinais exteriores.
- A cada um a sua medida…
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Imagem retirada da net
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Disse  Sócrates:  Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses !
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publicado por eva às 15:12

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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

O jardim de cada dia

Assinaturas e rabiscos. Umas vezes com vontade de confirmar os papéis, outras sem entender sequer o que se assina. Outras ainda para liquidar assuntos ou demais constrangimentos administrativos.
Tanto papel e tantos impressos, uma vez ou uma via, ou possibilidade de várias vezes.
No embalo até se chega a pedir assinatura de quem já faleceu. Depois, as desculpas porque não se reparou na questão do óbito. Às tantas falham as palavras.
Mas tudo terá uma razão de ser, que há-de ser passível de entendimento.
Até porque há as leis e a Lei. E as pessoas de bem cumprem o que devem cumprir.
Há quem diga que Deus escreve direito por linhas tortas. Ou talvez nós é que desviamos, ou entortamos, as linhas direitas de Deus.
Como se pudéssemos resumir tudo numa prezada contabilidade, em que o resto deve ser sempre zero e todas as parcelas devem estar justificadas.
Finalmente, hoje e agora, é possível voltar ao jardim.
Este, pelo menos, continua na mesma com as flores e os pássaros, a fonte e relva bem regadas. Com umas árvores que dão sombra q.b. e os bancos – oh! esses bancos aprazíveis que parecem clamar por nós…
Já vou… Oh! Sim, que dia!
Já vou…
Todos podem ter um jardim, ou um cantinho preferido no jardim de cada dia, plantado com as flores preferidas e imaginado mentalmente à nossa espera para diluir os problemas e afazeres do dia.

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Décio Soncini - Banco de Jardim
Imagem retirada da net

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Disse  Alphonse Karr:  Creio no Deus que fez os homens e não no Deus que os homens fizeram !

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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Asas

Um jardim dependurado entre o céu e a terra batida. Entre o céu e as colinas.
Um lugar que dá vontade de sonhar. Sonhar que se têm forças outra vez.
Forças para trabalhar na terra, arregaçando as mangas, arranjando tudo aos poucos. Com suor, ar quente do Sol forte e sorrisos. Sorrisos porque se está vivo e ao ar livre.
Livre, como num sonho. Livre, como se voasse.
Livre do cansaço que atormenta e isola.
Livre para sonhar mais e mais. Livre para sorrir outra vez… e outra…
E ao sonhar, não sonhar ilusões fúteis.
Sonhar com uma realidade mais perfeita que esta. Sonhar acordada, com a luz a brilhar nos olhos.
- Esquisito!
- O quê?
- Em vez de pensar e sonhares com o descanso e uma boa-vida, pensas em trabalhar e trabalhar.
- Até penso no trabalho árduo, de carrego e tudo isso que fez a minha juventude. Trabalho despretensioso. Mas sem contar com o trabalho, também penso na pomba…
- Qual pomba?
- A da paz. Aquela que é branca e parece vir de longe, e que fica enorme quando chega perto. Aquela que estende as asas e me leva para as alturas do céu. Aquela que aparece sempre no momento oportuno, antes do desespero de perceber ser apenas o que sou.
- Acho que ultrapassaste o sonho para o delírio.
- Não, estás enganada. E um dia poderás vê-la.

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Jim Warren - Mar Encantado
Imagem retirada da net

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Disse  Mary Manin Morrisey:  Nós bloqueamos os nossos sonhos quando permitimos que o nosso medo se torne maior que a nossa fé !

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Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Um dia

- Olha - ali está uma tenda vazia. Ali, não vês? É aquele pano a formar uma espécie de caverna, mas que recebe luz e deixa passar essa luz do Sol, de um lado ao outro.
- É bonita! Parece um Sol, mas mais pequeno. Se calhar porque é de cor laranja.
- Pois, só se for por isso.
- E afinal, que queres saber, ou dizer, a partir desse exemplo?
- Queria explicar-te o que perguntavas acerca de limpar os pensamentos e a mente. É preciso dar espaço, um espaço de luz como aquela tenda provoca.
- Mas nós vamos enchendo a nossa cabeça com ideias, novas ou renovadas e que já são as escolhidas de entre toda a variedade que poderia afluir para serem guardadas.
- Sim, sim! Mas também somos muito capazes para atafulhar-nos de ideias, imagens, críticas, comentários que ouvimos sobre nós, ou que elaboramos sobre nós próprios, sobre os outros e sobre nossos relacionamentos.
- Isso é o normal, não é?
- É, assim como a adaptação ao meio ambiente, com crítica ou sem crítica. O que quero dizer é que é saudável deixar um espaço arejado e que, com a luz do discernimento e da esperança, permita ampliar o viver do dia-a-dia.
- E, como nessa tenda, tudo poderá ser revisto com outra acuidade – com a luz da tolerância perante a ignorância ou erro, nosso ou dos outros.
- Ou com a luz da esperança, percebendo que tudo tem uma razão de ser e que tudo poderá, um dia, aqui ou noutro lugar, mudar para melhor e para nossa felicidade e paz.
- Espero que tenhas razão e que um dia tudo possa melhorar!
- Um dia!
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Salvador Dali - Estudo de cabeça
Imagem retirada da net

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Disse  Marco Aurélio:  A nossa vida é aquilo que os nossos pensamentos fizerem dela !

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Domingo, 24 de Maio de 2009

Aristides de Sousa Mendes - Português

Aristides de Sousa Mendes nasceu em Cabanas de Viriato a 19 de Julho de 1885 e faleceu em Lisboa, 3 de Abril de 1954. Foi um diplomata português que se recusou a seguir as ordens do governo de Salazar e concedeu vistos a refugiados de todas as nacionalidades que desejavam fugir da França em 1940, ano da invasão da França pela Alemanha Nazi na Segunda Guerra Mundial.
Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, enveredou pela carreira diplomática.
Quando rebenta a 2ª Guerra Mundial, Sousa Mendes é cônsul em Bordéus.
Salazar ordena aos cônsules portugueses espalhados pelo mundo que recusem conferir vistos às seguintes categorias de pessoas: "estrangeiros de nacionalidade indefinida, contestada ou em litígio; os apátridas; os judeus, quer tenham sido expulsos do seu país de origem ou do país de onde são cidadãos".
A 16 de Junho de 1940, Sousa Mendes declara: "A partir de agora, darei vistos a toda a gente, já não há nacionalidades, raça ou religião". Com a ajuda dos seus filhos e sobrinhos e do rabino Jacob Kruger, carimba passaportes e assina vistos, usando todas as folhas de papel disponíveis.
Confrontado com os avisos de Lisboa, não desiste: "Se há que desobedecer, prefiro que seja a uma ordem dos homens do que a uma ordem de Deus".
Destituído das suas funções por Salazar, continua a assinar vistos dentro da sua viatura e lidera uma coluna de veículos de refugiados guiando-os em direcção à fronteira, onde, do lado espanhol, não existem telefones. Os guardas fronteiriços, não tendo ainda sido avisados da decisão de Madrid de fechar as fronteiras com a França, deixaram passar todos os refugiados, que, com os seus vistos, puderam continuar viagem até Portugal.
Será punido pelo governo de Salazar, que não só lhe determina a reforma compulsiva como lhe retira o direito de exercer a profissão de advogado.
O cônsul demitido e a sua família, bastante numerosa, sobrevivem graças à solidariedade da comunidade judaica tendo passado a alimentar-se, bem como a sua família, na cantina de assistência judaica de Lisboa.
Hipocritamente, em 1945, Salazar felicitou Sousa Mendes por Portugal ter ajudado os refugiados. No entanto não só recusou reintegrar Sousa Mendes no corpo diplomático como manteve a proibição de exercer a sua profissão de advogado.
A sua miséria será ainda maior: venda dos bens, morte da esposa em 1948.
Aristides de Sousa Mendes faleceu na miséria extrema, a 3 de Abril de 1954, no hospital dos Franciscanos em Lisboa. Não possuindo sequer um fato próprio, foi enterrado com um hábito franciscano.
Calcula-se que terá salvo mais de 38.000 pessoas
Em 1966 o Memorial de Yad Vashem (Memorial do Holocausto) em Jerusalém, prestou-lhe homenagem atribuindo-lhe o título de “Justo entre as nações”.
O estado português reabilitou Aristides de Sousa Mendes em 1988, catorze anos após o 25 de Abril de 1974.
A casa do Passal, em Cabanas de Viriato, onde nasceu e viveu, está ao abandono e em ruínas.
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Um trabalho realizado no âmbito da disciplina de História (desconheço de que estabelecimento de ensino), e que dá uma visão simples e rápida sobre a vida de Aristides de Sousa Mendes.

 

 

 

Uma abordagem à vida de Aristides de Sousa Mendes

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Disse Aristides de Sousa Mendes: Se há que desobedecer, prefiro que seja a uma ordem dos homens do que a uma ordem de Deus !
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publicado por eva às 19:03

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Sábado, 23 de Maio de 2009

Politiquices

Contas, recibos, e deduções que não acontecem como seria de prever numa contabilidade geral.
- Porquê?
- Porque há muitos gastos que não se podem sequer declarar, mas existem. Oh! Se existem!
- Põe em notas, noutras rubricas, sei lá!
- Nem tu as sabes, nem a maioria das pessoas. Há pessoas capazes de muita coisa – sem dúvida – e todos podemos reconhecer alguns. Mas há outros que não sabem contornar nada em seu proveito e o que ganham não chega para as despesas. No entanto, não há parcela nem rubrica para abater essas despesas, a não ser que seja um exímio financeiro.
- Isso não será bem assim…
- Olha bem à tua volta e diz-me como é, então! Mas olha com olhos sãos, sem politiquices a direccionar a visão. Ver humanamente os outros.
- Eu acho que está tudo justo na medida em que as coisas são feitas para o geral...
- E eu acho que preciso de ar fresco, para renovar os pensamentos...
- Época após época da história da humanidade, há situações injustas em todas elas.
- Vejamos então se é possível seguir o ditame – sorria para que o mundo lhe sorria também. Mas há dias que só a fé parece dar continuidade à vida.

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Casa do Passal onde viveu Aristides de Sousa Mendes
Imagem retirada da net
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Disse Groucho Marx: A política é a arte de procurar os problemas, encontrá-los, fazer um diagnóstico falso e depois aplicar as soluções erradas !
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publicado por eva às 00:25

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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Extra... qualquer coisa

Pontos de luz ao longe e de cores variadas.
- Serão extraterrestres?
- Extra qualquer coisa… talvez constelações.
- E as cores variadas serão o quê?
- Isso deve-se à refracção da luz, talvez pela distância a que estão daqui.
- Constelações, porquê?
- Porque formam figuras.
- Ora, precisamente por isso podem ser extra-terrestres.
- Não vou discutir nem aprovar, porque não sei.
- Mas aceitas a teoria?
- Vejamos, tem lógica que se um planeta é habitado e se no universo há vários planetas, outros mais sejam habitados.
- Pronto! Então podem ser figuras extra-terrestres.
- Ai, ai! Pois serão extra-terrestres porque as luzes estão no céu da abóbada terrestre e como tal são imagens do cosmos, extra-Terra. Mas não quer dizer que sejam extra-terrestres no sentido mais usual da palavra – seres de outro planeta.
- Porque te custa tanto aceitá-los?
- Não custa nem deixa de custar. O que agora se vê, daqui, não chega para definir o que é – simplesmente!
- Então, aceitas?
- Que fazer contigo? Afasta-te de ti mesmo o suficiente para conseguires auto-crítica e a devida imparcialidade. Senão, como queres saber algo de modo consistente?
- Queres dizer, obter um saber de pesquisa?
- Pois, senão não é saber, é comentar curiosidades apenas observadas.
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Efeito de constelação crido a partir de uma folha de árvore
Imagem retirada da net

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Disse  Bertrand Russell:  Aquilo que os homens de facto querem não é o conhecimento, mas a certeza !
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publicado por eva às 23:54

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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