Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 31 de Janeiro de 2009

O amor é também

No filme apareciam estrelas luminosas, e de várias cores, a formar um rasto entre o céu e os namorados que, finalmente, entenderam a dimensão do amor que sentiam um pelo outro.
Porque o amor é também a capacidade de perdoar os erros e os problemas do outro. Inclui a capacidade de compreender, com toda a benevolência, as diferenças.
Evidentemente que não estamos a falar de maus-tratos, físicos ou psicológicos, ou outras situações dramáticas. Apenas referimos as diferenças de opinião e de estar na vida social e privada de cada um.
Os grupos de amigos são situações a considerar sempre que firam a dignidade de algum deles.
Às vezes essa sensibilidade é razoável, outras vezes é apenas desajuste.
- De qualquer modo é preciso cuidado para gerir as susceptibilidades.
- Bem, de qualquer modo o que interessa é viver bem o casamento, porque os amigos vão e vêm mas a família que se forma, fica e conserva as marcas do seu desenvolvimento por muitas gerações.
- A vida tem dessas inconsciências, não tem?
- Se tem!

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Fotograma de "A Dama e o Vagabundo"
Imagem retirada da net

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Disse  Benjamim Franklin:  O falso amigo e a sombra só se fazem presentes enquanto o sol brilha !
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publicado por eva às 00:27

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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Um bocadinho do caminho

Vê-se um lugar rosa, no meio de areia rosa e sob um céu rosa – não sei onde é, mas por aqui não é. Tem muita gente a passear e a ver; mas não sei o que vêem.
- Sentes-te bem?
- Não, estou tão cansada que não tenho forças para nada.
- Então senta-te um bocadinho. Repara na água que cai, ali na fonte. Talvez te renove as forças, porque a água tem isso - renova a natureza - e o ser humano faz parte da natureza.
- Não sei bem como, porque passa o tempo a destruir tudo o que é natural. Agora até o leite foi notícia desse desatino, a ponto de intoxicar as pessoas em vez de ser desintoxicante, como dantes era.
- É verdade, quem diria! O leite que era um dos líquidos mais facilmente utilizados em casos de intoxicação por fumo, químicos, etc. De qualquer modo, continuamos a fazer parte integrante da natureza, quer alguns o reconheçam quer não.
- E estou em crer que um dia virá em que tudo será cor-de-rosa e até Deus, o criador omnipotente, estará feliz por nós.
- Só tu! Vamos lá, então, fazer mais um bocadinho do caminho.

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Kathleen McDonald
Imagem retirada da net

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Diz o Talmude:  Não fosse apenas por um único justo, o mundo mereceria ser criado !
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publicado por eva às 00:28

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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

A paisagem da vida

Naturopatias ou terapias naturais, ou qualquer nome semelhante desde que englobe as dezenas de novas terapias de tratamento que vão aparecendo no mercado social.
São terapias que utilizam meios da natureza para tratamentos, desde banhos a pedras, desde massagens a diagnósticos computorizados de energias.
E os tratamentos tanto podem ser de ordem física como psíquica.
Chegou-se ao ponto de ser chique ou um must social ter, ou pagar, tratamentos destes ou outros do género. Assim como há poucos anos eram as dietas, os lasers e a acupunctura.
E, como há mais anos ainda, o eram as massagens e repousos relaxantes, alternando com o ténis – escolhido enquanto desporto elegante.
Enfim, modos de bem-estar social e algum bem-estar pessoal.
- Mas o bem-estar pessoal não vem de dentro, do íntimo estar de cada um, construído em coração cheio de compreensão e em mente harmoniosa com a vida, mesmo com os problemas de cada dia?
- Pois, mas a verdade é que tudo compõe a paisagem da vida. E nem todos conseguem essa austeridade em si.

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Fotograma de My Fair Lady
Imagem retirada da net

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Disse  Aldous Huxley:  O facto dos homens não aprenderem muito das lições da história é a mais importante de todas as lições da história !

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publicado por eva às 00:21

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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Juntar os trapinhos

Casamentos mais ou menos felizes. Divórcios que são oportunidades para o acabar de uma vida contrariada e oportunidades de renovação ou isolamento.
Outras vezes a situação resolve-se no juntar de trapinhos sem responsabilidades.
O pior acontece quando esta facilidade reage em contrário, isto é, quando se estabelece uma situação de fácil subjugação, mais do que de liberdade comum.
- Mas isso também acontece com os casos de casamento e até nos divórcios.
- Verdade, sem dúvida.
- E a lei nem sempre ajuda, sobretudo no caso das crianças…
- Tudo isso acontece. O que pretendia referir era o sentimento do maior ou menor planeamento da vida familiar.
- Ora, pode planear-se ou não, em qualquer dos casos, até ao ínfimo pormenor.
- Pois claro que pode mas, geralmente, as opções são indicativas do modo como se encara a situação de uma vida partilhada: ou como responsabilidade de tentar formar uma família, com tudo a que tem direito e deveres, ou como experiência a ver o que dá.
- E muitos casam por causa da festa e do vestido…
- E muitos ficam sós porque não têm coragem para formar uma família. Mas isso tudo depende, na maior parte das vezes, das intenções e pressupostos. Contudo, há igualmente muitas situações com pressupostos de êxito que se goraram nas dificuldades que enfrentaram.
- Ou seja?
- Ou seja, continuo com a opinião que o casamento prenuncia intenções de lutar pelo bem comum e de formar e preservar uma união familiar. A união de facto é útil para aqueles que ainda não têm opinião consolidada nem sobre si nem sobre o outro que irá partilhar a vida consigo e quer experimentar a ver o que dá.

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Mural de Sabin Balasa
Imagem retirada da net

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Disse David Reuben: O casamento é como uma longa viagem num pequeno barco a remos: se um passageiro começar a balançar o barco, o outro terá que estabilizá-lo; caso contrário, os dois afundar-se-ão juntos !

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publicado por eva às 00:33

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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Contextos

Pessoas pré-concebidas são o que são!
Antes de acontecer, já pensaram e imaginaram as cenas todas como se fosse uma novela.
Depois acreditam tão fielmente em tudo o que imaginaram que conseguem criar, para si, uma realidade a partir dessas cenas.
A partir daí vão interpretar algumas banalidades como sendo a confirmação da sua novela imaginária.
Segue-se a facilidade em poder confirmar as cenas todas, pois tudo é identificado dentro dos parâmetros pré-concebidos.
Às vezes passam-se anos, e outras vezes nem sequer chegam a perceber o logro que criaram para si próprios.
Os outros que, por qualquer razão, fazem parte da dita novela ficam admirados com algumas atitudes estranhas e inoportunas dessa gente fantasista, mas, geralmente, nem chegam a desconfiar de nada.
E assim, os anos vão passando a julgar, ou melhor, a pré-julgar, pessoas e relações de modo erróneo.
Serão os melhores anos da juventude ou os piores da velhice, ou, até, a vida toda na vivência de uma realidade completamente fictícia para os demais.
E ninguém percebe o seu sofrer porque sofrem e alegram-se em relação ao mundo que criaram.
- Mas vivem normalmente entre os outros e são independentes, não é?
- Enfim, são aparentemente normalíssimos, dentro do contexto em que estiverem inseridos.

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Scott Kahn - Mensagem
Imagem retirada da net

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Disse  John Irving:  Nós inventamos o que amamos e o que tememos !

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publicado por eva às 00:25

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

A musicalidade íntima

Buzinadelas e travagens bruscas e ruidosas. O trânsito habitual e os sons característicos deste tipo de movimento.
Depois há a música. Quando dizemos música referimos sons melodiosos, com ou sem voz a acompanhar.
A questão é que os postos ou músicas são escolhidos mediante os gostos do condutor e quem conduz a velocidades desusadas, geralmente tem a aparelhagem do carro ligada.
Parece que é isto que acontece e que as coisas estão interligadas com os reflexos, porque os instintos estarão atordoados ou enaltecidos e vibrantes conforme as músicas escolhidas.
Seja na condução ou não, a maioria das vezes somos nós que escolhemos, seleccionando cuidadosamente os ambientes musicais em que nos movimentamos e vivemos.
Se essa selecção de sons for criteriosa, podemos, através deles, amenizar ou exaltar o melhor e o pior de nós, ou o que queremos para nós.
Por isso, conseguem-se tratamentos de cura ou acelerar processos de patologias latentes.
Vivemos em épocas de rotações contínuas, ou de progresso muito rápido, no tempo comum que nos habituamos a estabelecer – horas-dia-noite-meses-anos.
A instabilidade pessoal pode ser tratada, ou enaltecida, tanto por outros como pelo próprio.
A musicalidade íntima deve ser descoberta (e pôr a descoberto) e pode ser explorada a favor de si próprio.
- Assiste-se a constantes anúncios de boa-sorte ou felicidade instantânea. Mas a maioria não entende que a questão é nada poder ser modificado de modo tão instantâneo. Por muito rápido que gire o mundo à nossa volta, a revolução da sorte em nós não é assim…
- Porém, esses anúncios têm a vantagem da esperança que criam no indivíduo que os procura. E, antes ou depois desse lampejo de esperança, pode iniciar-se a auto-modificação da personalidade que não se adapta ao mundo que enfrenta constantemente.
- Esperança sim. Objectivos de cura, sim. Objectivos de melhoria da própria personalidade, sim. O resto…
- O resto vem depois, devagarinho. Timidamente emergirá, então, um novo modo de viver com sabedoria.

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Henri Matisse - A Música
Imagem retirada da net

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Disse  Galileu Galilei:  A maior sabedoria que existe é a de conhecer-se alguém a si próprio !

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publicado por eva às 00:27

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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

Maria João Brito de Sousa # O Caminhante ; Da Relatividade do Tempo

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O Caminhante
 

Passou por este espaço e quis parar...
Ficou refém do espaço, por momentos,
Olhando com uns olhos muito atentos
Em busca da razão que o fez ficar.

Passou por este espaço e, sem saber,
Passara por si mesmo uma vez mais
Sem que os olhos captassem os sinais
Que este espaço lhe dera a conhecer...

Depois foi normalmente à sua vida.
Não fora a sensação de uma partida,
Jamais se lembraria deste espaço...

Tem dias em que passa e já nem olha,
Em nenhum deles, porém, a sua escolha
Dependeu da vontade ou do cansaço.



Da Relatividade do Tempo


Um cansaço de vida, um quase-morte,
Depois um renascer contra a vontade.
O corpo à minha espera (identidade?)
Um Palácio de Luz eu sem norte...

É tudo tão dif`rente! Essa ilusão
Do tempo que se vive deste lado,
Dilui-se entre o futuro e o passado
E traduz-se num`outra dimensão.

Um segundo, um milénio... quanto tempo
Se passou, afinal, enquanto estive
Diante dessa luz cheia de paz?

Um milénio, por lá, é um momento
Daquilo que por cá se sente e vive.
Um segundo? Um milénio? Tanto faz!
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de Maria João Brito de Sousa
in "poetaporkedeusker"
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Disse  Maria João Brito de Sousa:  Não existe mudança de situação sem que antes tenha havido mudança de atitude !
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publicado por eva às 00:38

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Sábado, 24 de Janeiro de 2009

Oratória

- Ele fala muito bem, de modo agradável e dispõe bem.
- Mas não diz nada de importante, nem sequer é original nos temas que traz.
- Isso é verdade, mas diz o que gostam de ouvir.
- E… parece tudo tão supérfluo…
- Para uns é supérfluo, mas para outros funciona como um acordar por despertador. Acordando e trazendo à baila assuntos que passaram despercebidos numa primeira instância.
- E esses interessados são assim tantos?
- Pois são, até são a grande maioria dos que reagem com agrado ao que se disse e são os que mantêm a atenção até ao fim.
Nas conferências, como em todos os lugares de oratória, assume razoável importância falar de assuntos por que a maioria se interesse. Seguidamente, o falar em tom de voz e ritmo agradável q.b., sem pausas – que interrompem e distraem – gera simpatia. Finalmente, dizer as soluções que todos querem ouvir, mesmo que não solucionem nada, também agrada q.b.
- Isso parece o angariar de votos…
- Talvez, mas a assistência gosta e aplaude.
- E sabem, por acaso, a que é que estão a aplaudir?
- Sabem que aplaudem a sua própria opinião dita, por outrem, de modo mais bonito e interessante. E sabem, ainda, que a sua opinião é partilhada por alguém que julgam mais importante que eles próprios.

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Imagem retirada da net

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Disse  George Eliot:  Bendito seja o homem que, não tendo nada para dizer, se abstém de o demonstrar através das suas palavras !
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publicado por eva às 00:25

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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Paralelo inacabado XI

Um átrio ao ar livre e várias divisões de uma casa dão para ali. O átrio está isolado do exterior por muros e paredes dessa casa e por um portão enorme.
A disposição está engraçada, em semicírculo, e atrás das primeiras paredes são ainda as traseiras ou um quintal.
Faz lembrar as herdades e quintas, mas é apenas uma vivenda pequena.
É mesmo muito pequena, mas está muito bem pensada e torna-se airosa nessa pequenez.
Formou-se um pequeno grupo de pessoas, que foram chegando aos poucos, e ficamos todos ali, no tal átrio empedrado.
Vieram abrir o que se deduziu ser a porta principal ou de entrada.
Vê-se um corredor com azulejos nas paredes. Fomos todos andando até chegar a uma sala ampla.
Entretanto, de um pequeno gabinete, mesmo antes da sala, perguntam o nome a cada um.
Ultrapassado este tempo de identificação conseguimos entrar na tal sala ampla.
Aí temos que esperar e, à medida que as horas vão passando, começa a manifestar-se a inquietação de indivíduo a indivíduo.
Mas não há ninguém para indagar, há apenas a possibilidade de sair por onde entramos.
E, a pouco e pouco, é o que todos vamos fazendo – vamos saindo.
O portão está fechado, mas tocando numa campainha perto dele, alguém o abre. Todos saímos dali.
E, então, parece que vamos acordando porque olhamos admirados uns com a presença dos outros.
Ah! Mais admiração ainda – por termos ido ali ter. Nenhum de nós conhecia aquilo.
- Em boa verdade, ninguém ficou a saber o que era.
- Pois…

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Imagem de Connie Chadwell 
Imagem retirada da net

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Disse  Sándor Márai:  As velas ardem até ao fim !

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publicado por eva às 00:28

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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

A personalidade pacificada

Chás e cafés. Chocolates e sumos. Bebidas de todos e para todos.
Porque estamos em tempo de paz e podemo-nos sentar calmamente para nos aquecermos deste Inverno frio.
Porque não temos guerras nem guerrilhas. Porque ainda temos paz!
Era bom que a soubéssemos valorizar e não tomá-la como uma condição adquirida.
Era bom que a soubéssemos conservar, porque ela é efémera, como tudo o que temos.
Era bom que a privilegiássemos também nos nossos relacionamentos mais íntimos e pessoais.
A paz não é só entre governos ou política, ela é elaborada por nós no nosso modo de pensar.
Em vez de criticarmos e respondermos acirradamente, talvez seja possível amenizar a resposta e, com o tempo, quem sabe se não seremos capazes de transformar uma resposta à letra e rude em resposta portadora de apaziguamento e harmonia.
Com simplicidade e sem esforço. Com franqueza e não por sujeição de interesses.
Por amor fraterno e não por submissão.
A paz que temos é a paz que somos.
E isso não quer dizer que se valorize a indiferença ou falta de opinião.
Tanto uma como outra devem ser evitadas, pois devemos ser lúcidos em tudo o que nos diz respeito.
A personalidade pacificada é o produto de uma personalidade burilada nos problemas e nas alegrias, nos conceitos e na abertura para novas ideologias.
Então, a paz assim conseguida acompanha-nos até ao fim.

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Imagem de Gregory Colbert
Imagem retirada da net

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Disse  Max Weber:  Neutro é quem já se decidiu pelo mais forte !

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publicado por eva às 00:23

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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