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Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Bom Ano !

À meia-noite, um pouco por todo o mundo, as pessoas vão festejar com muita esperança o Novo Ano.
Como de costume, devem passar nos grandes écrans os espectáculos de fogo de artifício.
Os céus vão sendo iluminados, hoje, não só pelas estrelas mas com as luzes dos foguetes.
Conforme o fuso horário, todos festejam na sintonia possível e inventada.
Assim como foi a sintonia estabelecida na data do natal de Jesus.
As datas assim formalizadas servem, em princípio, para lembrar e alertar as pessoas para o assunto que irá ser comemorado.
O que as gentes fazem, ou não, com esse alerta é da sua responsabilidade.
De nós para connosco temos as nossas exigências ou os nossos relaxes.
O tempo dirá se fomos, ou não, dignos das nossas verdades, dos nossos quereres e das nossas crenças.
Quando os anos forem muitos e os cabelos brancos os indiciarem, poderemos fazer um balanço do que foi a nossa vida.
O que nos impediu de cumprir o que gostaríamos de ter feito.
E o que nos levou ao trabalho certo na hora certa.
Na altura, talvez, poderemos estabelecer quais foram as prioridades que demos e se as razões foram válidas.
À distância dos anos, a lucidez pode tornar-se maior sobre os acontecimentos que foram tomados por simples e óbvios, e que depois se revelaram nada simples e nem sequer tão óbvios como quereríamos.
As passagens de ano são festivas q.b. e talvez possamos ser capazes de estabelecer a festa em nós, em tempo de paz.
Paz para todo o mundo! Dignidade para todos!
Bom Ano!
Melhor Ano!

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John Anster Fitzgerald - Fadas em Ninho de Pássaro
Imagem retirada da net

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Disse Eu:  Próspero Ano Novo ; Próspero Año Nuevo !

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publicado por eva às 00:34

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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

A importância dos actos

Ele estava a rezar. Sim, a rezar, porque estava aflito consigo mesmo.
Os pensamentos não eram dos melhores e tinha ouvido dizer que não se deveria criticar outrem.
Primeiro, porque não tinha esse direito. Segundo, porque poderia prejudicar de algum modo (que ainda não tinha percebido bem como), a vida e o progresso espiritual do tal outro.
Ora acontece que estava ofendido porque tinha-o considerado como amigo e eis que se havia revelado uma pessoa pérfida e premeditada nos seus actos.
Portanto, nem a desculpa de não saber o que fazia lhe poderia dar.
Estava tão ofendido quanto desiludido. Nos seus pensamentos estava patente a vontade de não mais o ver, nem às amizades do amigo, que sabiam de tudo e tudo partilharam.
Afinal, que amizade era aquela? Só existia do seu lado, que lhe havia franqueado a casa e a família, julgando sempre sã a convivência.
E… que amargura sobrava agora. Era tão forte que parecia sobrar dele para o chão, para o ar, para tudo o que o rodeava.
Já tinha ido saber e, mais que aos outros, era a ele próprio que essa desilusão fazia mal.
Era o seu corpo que recebia as ondas amarguradas e, mais cedo ou mais tarde, iria dar o sinal de alarme.
Por sinal de alarme entenda-se doença. Por outro lado, o tal amigo também poderia ser prejudicado pelas mesmas ondas tristes pois que lhas enviaria sem querer, apenas por pensar com aquela gravidade sobre o assunto.
E agora, como fazer para evitar tanta consequência e conseguir a sua educação de perdoar, tolerar e compreender?
Como? Fixando os pensamentos em coisas agradáveis e nos bons momentos em família, todos juntos!
E depois? Ahh, aos poucos, muito lentamente, irá conseguir não só perdoar como compreender que era impossível ao outro ser melhor, nesse tempo presente. Que os actos têm a importância que lhes dermos.
Para uns poderão ser banalidades do quotidiano; para outros, atitudes muito primitivas.

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Imagem retirada da net
 

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Disse  Dalai Lama:  Na prática da tolerância, os inimigos são os melhores professores !
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publicado por eva às 00:06

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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

Divagações

O avião passa entre as nuvens sem as atravessar.
As nuvens são enormes e formam uma plataforma em baixo e outra por cima de nós. Por vezes forma-se uma abertura e a luz do Sol invade essa entrada.
É tão forte que o espaço parece alargar-se para a luz e adquirir outras formas maiores.
Entretanto, todo o espaço das nuvens está iluminadíssimo e ficamos na dúvida se são de neve, ou de algodão, ou de outro material desconhecido.
De tanto olharmos essa imensidão branca ela parece mexer-se e renovar-se de formas. Parece, inclusive, que outras formas se movem no meio delas e apetece sair do avião – assim, simplesmente – e ir ao seu encontro.
- Acho que são alucinações, isso sim!
- Pois, também me parece, mas estão tão ali à mão, que apetece interpelar os outros passageiros e saber deles se também vêem, nas nuvens, tudo aquilo que se me afigura. Ahhh!
- Que foi?
- Saímos das nuvens.
- E então?
- Ora, então o céu é azul e a terra lá em baixo é castanha com casinhas!
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Imagem retirada da net
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Disse Henry Wadsworth Longfellow:  O céu está cheio de estrelas, invisíveis de dia !
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publicado por eva às 23:58

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O Mantra - Um conto tibetano

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Um conto tibetano sobre o "saber" em  Caminhos

 


publicado por eva às 23:50

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Domingo, 28 de Dezembro de 2008

Jalal Rumi # Morri como mineral e tornei-me planta

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Morri como mineral e tornei-me planta.
Morri como planta e renasci animal.
Morri como animal e tornei-me Homem.
Por que devo temer? Quando fui eu diminuído por morrer?
Ainda outra vez morrerei, como Homem, para me elevar
com os anjos abençoados; mas até da angelitude
terei de sair. Tudo, excepto Deus, perece.
Quando tiver sacrificado a minha alma angélica,
Tornar-me-ei aquilo que nenhuma mente jamais concebeu.
Oh, deixem-me não existir! Porque a Não-Existência
proclama, em sons melodiosos,
que a Ele regressaremos.
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in "Poemas Místicos"
de Jalāl ad-Dīn Muhammad Rūmī
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Disse Rumi: Faltam-te pés para viajar? Viaja dentro de ti mesmo, e reflecte, como a mina de rubis, os raios de sol para fora de ti !
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publicado por eva às 00:29

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Sábado, 27 de Dezembro de 2008

Radiografias

- Respira – pára – respira – pára… Pronto, já pode sair. Espere lá fora pela radiografia, sim?

As radiografias ao corpo, desvalorizadas, ou talvez não, por outros exames mais modernos, são as nossas fotografias interiores e em contraste.
Para os ossos – fracturas, etc. – as radiografias são meios importantes de diagnóstico, a não ser que depois não haja quem as saiba interpretar correctamente.
Isto forma um processo em que, mais uma vez, todos os trabalhos são importantes porque uns não valem sem os outros.
Assim como a melhor participação individual não se valoriza se não existir valorização de um todo onde esteja inserida.

De modo semelhante, no nosso corpo, se todas as partes trabalharem bem, o corpo é saudável, senão torna-se frágil à doença.
A mente é a grande coordenadora, tanto na organização de impulsos de informação-respostas, como nas variantes de tristeza e alegria com que essa organização se efectua.
De modo global surge uma cor – que nos identifica ou que revela o nosso modo de ser, e também o nosso modo de estar na vida.
- Ihhh! Isso é que é resumir…
- Pois… Dizem que a ética é a radiografia de cada um, pois traduz a combinação do conhecimento com a emoção. O nosso conhecimento é intuitivo se já foi vivido, e é racional se foi adquirido por opção. Daí o somatório e a questão da ética ser a fotografia espiritual do indivíduo.
- Queres dizer que o comportamento é algo intrínseco e que a maioria nem sequer o suspeita. Além de ter coloração.
- É um modo, ainda mais resumido, de colocar a questão, sim!

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Maria João Brito de Sousa – Auto Retrato
Imagem retirada da net

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Disse  Giovanni Papini :  Por inércia, prefere-se repetir os actos dos outros, em vez de procurar, com o esforço do pensamento, os melhores !
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publicado por eva às 12:58

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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

Valores

Corta o cabelo. Corta as unhas. Prepara a limpeza de pele. Arranja a roupa. Arranja o cabelo com fitas.
Olha-se ao espelho, sorri e está pronta para sair, sentir o vento na cara, passear, esticar as pernas, assentar bem os pés no chão…
- Mas, para quê?
- Para ter a certeza que está viva e que tudo é como dantes.
- Qual é a diferença?
- Agora sabe porque vive e o que deve fazer.
- Ou seja?
- Não está mais à espera que outrem aconselhe o que ela deve fazer. Já consegue pensar por si mesma. Já consegue ser criativa no seu dia-a-dia. Consegue até pensar em si e nos outros. Percebe, agora perfeitamente, que os outros existem não para a magoar nem para lhe satisfazer os caprichos, mas porque também têm direito à vida e às oportunidades que encontram para melhorarem o seu nível de vida.
- Isso não é óbvio?
- Para ela não era e os dias eram um tédio ou uma aventura de grupo. Não sabia que cada dia podia ser uma etapa na construção da sua felicidade. No presente, quando pensa em si, também pensa nos outros que a rodeiam e tenta criar ambientes de harmonia e paz onde todos se sintam bem. Agora, tenta que as diferenças individuais não sejam afrontas, mas se interliguem em ambiente coloquial agradável. Agora sente-se útil na paz que estabelece em si mesma, e útil no bem-estar que promove a todos.
- Resumindo, os seus valores mudaram.

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Gustav Klimt - Pormenor de "Morte e Vida"
Imagem retirada da net


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Disse  Adam Smith:  O verdadeiro valor das coisas é o esforço e a dificuldade necessários para adquiri-las !
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publicado por eva às 20:30

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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

É Natal

É Natal, é Natal! Tocam os sinos…
Enfim, é disto por todo o lado – por aqui.
Noutras partes ainda é mais festivo.
Noutras – nem por isso! E nessas casas, ou nos abrigos, ou ao relento, é uma pena não haver Natal.
Para muitos é uma festa para esbanjar sem necessidade.
Para muitos mais é uma época igual ao resto da sua vida, isto é, um pequeno-grande horror que parece não ter fim à vista.
Natal tem tudo isto, é só querer ver e ouvir.
O símbolo do Natal, no entanto, é lindíssimo, uma ternura, um aconchego familiar, o calor da lareira, da alegria contagiante da presença dos mais pequenos.
Porém, é uma época que vai caindo em desuso.
Já não é nada do que era, enquanto tradição, quando eu era criança.
Os exageros que foi adquirindo, assim como os desprezos e oportunismos que têm envolvido a época natalícia e, especialmente, estas 24 horas do dia 25 de Dezembro, vêm adulterando todo o bom sentido que teve e deveria ter – uma trégua, por respeito e por amor fraternal, em todo o mundo.
Resta desejar que o Natal de hoje seja ultrapassado por sentimentos natalícios todos os dias do ano.
Por nós, carinhosamente, BOAS FESTAS!

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Imagem retirada da net
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Disse  Max Plank:  Para o crente, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão !
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publicado por eva às 19:05

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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

Luz de sempre Natal

Estava ali a roupa larga e branca do costume. E estavam ali, também, as individualidades do costume.
Tinham flores para dar aos primeiros que ali chegassem.
Tudo tão arranjado e tão bonito!
Neste caso, digo bonito e estou a referir uma beleza tão austera quanto simples.
A beleza não necessita ser supérflua, mas sim transmitir o belo.
As pessoas são belas se têm bons pensamentos, boas palavras e boas atitudes.
Onde estão indivíduos desses, há luz e um encantamento que se transmite a tudo o que os rodeia; até ao ar que respiram - tudo transformam em paz e harmonia.
- Eu sei de casos assim! Quando vou visitar uma senhora já velhinha, ou quando a vejo, sinto uma calma repentina em mim e até sinto esperança. Parece que as minhas preocupações não são nada e que tudo se vai resolver!
E se não se resolverem hoje, poderão resolver-se mais tarde, porque será então o tempo certo!
Percebo, instantaneamente, que o que quero, e que agora me parece acertado ou necessário, pode até nem estar a ser bem observado – e sinto também essa confiança.
- Ela é psicóloga?
- Não faço a mínima ideia, só lhe faço visitas de cortesia e apenas falamos do tempo, das notícias, ou seja, de banalidades agradáveis. Às vezes dá para lancharmos juntas.
Ela é o que descrevias – uma presença que transmite harmonia e paz, que nos dá a sensação de felicidade. É assim, ela sorri e tudo parece iluminar-se à sua volta.
- Lindo!

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Iluminura do "Livro de Horas de Besançon"
Imagem retirada da net

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Disse  Eu:  A todos, um Santo e Feliz Natal !

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publicado por eva às 19:00

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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Intimidades e exteriorizações

Intimidades e exteriorizações.
O que deve continuar íntimo e resguardado? E o que deve ser exteriorizado?
Como calibrar, como equilibrar, como confiar e para quê falar?
O som do silêncio acaba por ser o mais simples para muitos de nós.
Porque umas vezes não parece necessário falar; outras não há coragem para dizer o que não tem palavras que exprimam tanta emoção desencontrada e, por isso, a voz cala-se fundo, com disciplina guerreira.
Outros assuntos, os afáveis e que tornam as conversas fáceis e ágeis – esses sim – são para falar e exteriorizar.
Há penas e alegrias íntimas que só têm determinado valor naquela altura, para aquela pessoa e do modo como acontecem.
Basta variar uma das circunstâncias e todo o panorama pode variar até à completa indiferença ou afectação.
Há dias em que tudo nos impressiona fortemente.
Há dias que nos deixam sonâmbulos de dor.
E há dias que nos fogem e deixam a rir.
Ela viu, ela soube, de toda a luz de uma casa, pequena e simples, e de alguém cá fora com uma lanterna, ou lampião, a ver se iluminava a chegada de outro alguém, muito esperado.
Mas ninguém chegou e o alguém voltou à casa cheia de luz, mas não fechou a porta.
Porque nunca se fecha uma porta de luz.
Assim como nunca nos devemos fechar ao Perdão.
Perdão pelos outros e perdão por nós.
Alguém chegou! Chegou em lágrimas de horror e de culpas.
A luz amenizou a sua entrada e o outro alguém explicou-lhe a paz que o perdão incondicional lhe daria.
Depois poderia encontrar as paisagens branco-pérola e levemente azuladas, caminhar por elas e encontrar-se com o Amor sublime e universal.
Apenas não deveria voltar a fechar-se no horror da dor, na intimidade da dor.

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Imagem retirada da net

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Disse  Pe. António Vieira:  Para aprender não basta só ouvir por fora, é necessário entender por dentro !
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publicado por eva às 18:42

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