Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Filme

- Harmonização de interesses. Se é difícil conseguir harmonizar os próprios interesses, imagine-se entre várias pessoas.
Dois ou mais indivíduos e as opiniões são mais que divergentes e…
- Olha, estão a abrir a porta!
Tudo tão velho e sujo lá fora mas cá dentro, embora tudo velho também, está brilhante e bem limpo.
- Está um homem de mangas arregaçadas ao piano.
- Isto parece uma espécie de bar. Tanto fumo e música e pessoas que andam por ali, ora enlaçadas ora a circular entre as mesas.
- Pois, parece um bar mas estamos a meio da tarde e aqui parece noite já a espreitar a madrugada.
- É o problema do tempo… E já reparaste nas luzes? Fazem lembrar os filmes que retratam os primeiros anos de 1900.
- Sim, até as roupas. Mas não dão por nós?
- Ora essa! Estão a falar connosco há imenso tempo. Eu é que não percebo a que se referem. E também não devo ser quem eles pensam.
- Ser, podes ser e podes não te lembrar.
- Olha, a porta é já ali e vai abrir agora. Aproveitemos!
- Está bem, vamos sair! Mas que é isto?
- Isto? Isto… agora, é um deserto com marcas e rodados de jipes.
- Pronto! Acabou! Sabes que mais? Não gostei deste filme!
- Desta vez, eu já nem sei qual é a parte da nossa realidade e a do filme…. Há realizadores e… realizadores.

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Lyubov Popova

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Disse  Virgínia Wolf:  Uma hora, alojada no bizarro elemento do espírito humano, pode valer cinquenta ou cem vezes mais que a sua duração medida pelo relógio; em contrapartida, uma hora pode ser fielmente representada no mostrador do espírito por um segundo !
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publicado por eva às 23:58

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Domingo, 29 de Junho de 2008

Khalil Gibran # O Dom

.
ENTÃO um homem rico disse:
- Fala-nos do Dom.

E ele respondeu:

- Dais muito pouco,
quando dais daquilo que vos pertence.

Quando vos dais a vós mesmos
é que dais realmente.

Que é aquilo que vos pertence,
senão coisas que conservais ciosamente,
com medo de vir a precisar delas amanhã?

E amanhã,
que trará o amanhã
ao cão demasiado prudente
que enterra os ossos na areia movediça
enquanto segue os peregrinos
a caminho da cidade santa?

E que é o medo da miséria,
senão a própria miséria?

Quando o vosso poço esta cheio,
não é o medo à sede
que torna a vossa sede insaciável?

Alguns dão pouco
do muito que têm,
e fazem isso
em troca do reconhecimento,
e o seu desejo oculto
corrompe os seus dons.

Outros têm pouco
e dão tudo.

Estes são os que acreditam na vida,
na bondade da vida,
e o seu cofre nunca está vazio.

Há quem dê com alegria,
e esta alegria é a sua recompensa.

Há quem dê cheio de dores,
e essas dores são o seu baptismo.

Há ainda quem dê, inconsciente, da sua virtude,
sem nisso sentir dor nem alegria.
Dão como os mirtos do vale
que a espaços atiram para o céu
o seu perfume.

É bom dar quando nos pedem;
e é bom dar sem que nos peçam,
como bons entendedores.

E para o homem generoso,
procurar aquele que vai receber
é maior alegria do que dar.

E haverá alguma coisa
que possais conservar?
Tudo quanto possuís
será dado um dia.

Portanto, dai agora,
para que o tempo de dar seja vosso
e não dos vossos herdeiros.

Muitas vezes dizeis:
- Gostava de dar
mas só aos que merecem.

As árvores dos vossos pomares
não falam assim,
nem os rebanhos das vossas devesas.

Dão para poderem viver,
porque guardar é perecer.

Por certo
aquele que é digno de receber
os seus dias e as suas noites,
é digno de receber de vós
tudo o resto.

E aquele que mereceu
beber do oceano da vida
merece encher a sua taça
do vosso regato.

E que maior merecimento
do que aquele que reside
não na caridade,
mas na coragem e na confiança
de receber?

E quem sois vós
para que os homens
devam rasgar o peito diante de vós,
vencendo o orgulho,
para poderdes ver o seu mérito
a descoberto
e a sua altivez manifesta?

Procurai primeiro
merecerdes ser doadores
e instrumentos de doação.

Porque, em verdade,
é a vida que dá à vida,
e quando julgais ser doadores,
sois apenas testemunhas.

E vós que recebeis
– e todos sois recebedores –
não atireis para cima de vós
o peso da gratidão,
sob pena de impordes um jugo
a vós mesmos e àquele que dá.

Mas elevai-vos
juntamente com o doador,
usando os dons como asas.

Porque ligar demasiada importância
à vossa dívida
é duvidar da sua generosidade,
que tem por mãe a Terra magnânima
e Deus como pai.
.

.
de Khalil Gibran
in “O Profeta”

.
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Disse  Khalil Gibran:  Trabalhar com amor é deixar em quanto fazeis um sopro do vosso espírito !
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.
Outro texto de Khalil Gibran - Que pensar
Outro texto de Khalil Gibran - Os olhos  
Outro texto de Khalil Gibran - A nova fronteira
Outro texto de Khalil Gibran - O amor
Outro texto de Khalil Gibran - O casamento
Outro texto de Khalil Gibran - As crianças

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publicado por eva às 01:18

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Sábado, 28 de Junho de 2008

Seguir em frente

Na sala de mobiliário simples e de paredes brancas, está um vulto enorme, em pé a um canto, à espera.
A porta abre-se, do lado da rua, e entra uma pessoa.
O vulto, assim, já pode sair sem ser notado.
Mas quando está mesmo a transpor a porta, a senhora que entrou vira-se e ainda o vê.
Assustada, vai ver melhor e fecha a porta.
Vai, em seguida, para o gabinete de trabalho e vai pensando quem seria aquele. Já lá estaria ou entrara e saíra à pressa?
No entanto não dava conta de faltar alguma coisa.
Logo se veria. E a figura não lhe parecia completamente estranha. Parecia-lhe alguém conhecido…
Daí a um bocado, lembrou-se quem lhe parecia ser.
Era um homem sempre amargurado e que assegurava ser vítima da má-vontade de toda a gente. Passava os dias melindrado e a seguir isolava-se.
Resolvido, para ela, o mistério, restava desejar-lhe que um dia confiasse na possibilidade de ser feliz.
Simplesmente isso. Ser feliz! Seguindo o seu caminho sem dar tanta importância aos outros ou ao seu passado sofrido.
Ser capaz de seguir em frente!
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Daniela  Amaral
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Disse  Albert Einstein:  Lamentar uma dor passada, no presente, é criar outra dor e sofrer novamente !
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publicado por eva às 12:02

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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Aquela estrela – além...

Uma corrida contra o horror.
Rápido e acelerado, ele sobe a rua.
Tudo o horroriza: a casa onde estava, as pessoas que encontra, as ruas que tem de percorrer até chegar ao carro…
Curioso! É noite e a luz dos candeeiros não pode ser assim tão forte, mas ilumina tanto que uns metros à sua volta parece ser mesmo dia.
Deve ser impressão sua...
De passagem, vai distribuindo cumprimentos de Boa Noite a quem conhece.
E hoje está a encontrar imensa gente conhecida. Deve ser da noite que está boa para passear.
Não para ele. Ele tem aquele horror a puxá-lo e a fazê-lo apressar.
Ah! Lá está o carro – finalmente.
Agora mais calmo, porque se sente seguro, consegue até respirar pausadamente e, a pouco e pouco, o raciocínio surge um pouco mais lúcido enquanto arranca.
Que foi aquilo tudo? Aquela “fuga” foi do quê?
Não sei – não sabe. Foi instintiva e irresistível, isso sim!
Com calma apela para a paz do equilíbrio em si.
Olhando pelo vidro, vai abrandando o carro. Consegue sentir-se cada vez mais calmo ao olhar para a paisagem, que vai percorrendo.
E a luz dos candeeiros continua a iluminar tudo... parece até cada vez melhor.
Então, aos poucos, ele sente que esse enorme horror se pode ir transformando, como se fosse a transformação de um enorme pedregulho por algo que pode ser tão leve que consiga voar na brisa da noite, algo perfumado como pétalas de flores, algo que se eleve para… junto daquela estrela – além…
Ele descobre que as transformações são possíveis – todas – e com possibilidades infinitas.

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Stan Wisniewski


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Disse  Albert Einstein:  Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor... Lembre-se! Se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele você conquistará o mundo !
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publicado por eva às 23:05

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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Porquês sem resposta

Como pássaros eles sobem de celas escuras e lúgubres para a terra seca e iluminada pelo sol.
Outros saem de grutas nas serras que ladeiam o vale.
Todos semicerram os olhos por causa da luz forte do sol.
Deve ser quase o meio do dia porque não se notam as sombras.
Só há arbustos e uma ou outra árvore.
A paisagem é deserta.
Mas o dia parece ser de festa.
Estão com ar de quem esperava por esta hora. Ansiosos, viram-se todos para o fundo do vale.
E, pois, lá vêm aqueles outros… forma-se, à medida que avançam, uma espécie de estrada meio prateada na planície bege de terra seca… e são muitos.
Uns trazem embrulhos que parecem farnel de comida e outros trazem roupas – frescas de Verão e limpíssimas.
Juntam-se todos, aos abraços e gritinhos de alegria.
Muitas mulheres choram e, oh!, tantos homens deixam cair lágrimas mesmo sem soltar um som.
O tempo é de alcançar a verdade – porque eles não chegaram a ser acusados de nada a não ser de estarem vivos e, a maioria, por trabalharem honestamente naquele sítio.
Tantos porquês sem resposta.
Mas há outros que foram levados para ali porque eram familiares próximos dos primeiros ou simplesmente porque eram de idade jovem e alguém os escolheu por esse interesse.
Porquê?
Só um poder divino o saberá na sua Infinita Sabedoria!
Agora estão livres e por isso é tempo de gozar essa liberdade.

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Imagem retirada da net

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Disse  Paul Valéry:  O problema do nosso tempo é que o futuro não é o que costumava ser ! .
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publicado por eva às 20:18

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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

Paralelo Inacabado VI

Olhando em frente vê-se uma câmara, daquelas antigas, de filmar.
- E então?
- Então, estamos lá dentro!
- Explicação: é num museu… desses interactivos!
- Olha que não percebo bem. Por acaso o que sei é que a tal câmara está a filmar algo azul céu.
- Se calhar está apontada para lá, não?
- Pois não. Está dentro de um quarto (ou sala), sem visibilidade imediata para o céu. O que eu queria dizer é que é tudo azul – azul claro – pronto!
- Está bem. E depois?
- Depois, cada um de nós começa a ver cenas sucessivas – como um filme – da sua própria vida passada.
- Vão morrer. É isso?
- Ai, ai, ai…
- Desculpa, continua.
- E nalgumas cenas as pessoas perturbam-se e nós não podemos ajudar porque cada um só vê as suas “coisas”.
- Que tal dar carinho…
- Isso é evidente! Está uma onda de enorme carinho que nos envolve a todos e nos consola. Aliás, não temos palavras porque não sabemos do que se trata.
- Ora, sabes que às vezes as palavras são demais!

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Imagem retirada da net
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Disse  William Blake:  Aquilo que hoje está provado não foi outrora mais que imaginado !
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publicado por eva às 23:16

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Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Além do horizonte

Tons suaves e peças de roupa espalhadas.
Paisagens mais ou menos agradáveis.
Muitas pessoas em muitos sítios diferentes – todas bem-dispostas e a gozar dias… digamos… de férias?
As cenas pareciam sucessivos anúncios com paisagens lindas.
Há uma mulher com ar sereno que procura a família.
Deambula e percorre todos os sítios que foram aparecendo anteriormente.
Passa-os como se fossem uma montagem fotográfica – como uma sobreposição da sua imagem nas outras imagens.
Ninguém a vê ou então ignoram-na completamente.
Finalmente pára numa das paisagens e fica a observar as pessoas daquela imagem, numa praia a estender-se quase sem fim.
Na areia estão pessoas que ela reconhece e, agora sim, estes também a conhecem e cumprimentam.
Conversa um pouco e vai embora agora com mais um casal ao seu lado, isto é, ela ao meio, o homem à esquerda e a outra mulher à direita.
Vão muito satisfeitos e comentam que é bom estarem outra vez juntos.
- Porque tens essa cara de admirada?
- Porque… eles vão a voar rente às águas, a caminho do horizonte.

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Fotograma de "What Dreams May Come" (Para Além do Horizonte)
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Disse  Pablo Picasso:  Tudo o que possamos imaginar é real !
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publicado por eva às 23:38

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Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Nem sonho nem pesadelo

Uma cova funda que faz lembrar o interior de um vulcão que vi uma vez em filme. Tudo negro e íngreme, no entanto ainda se vê um patamar ou nesga de passagem que desce, desce…
Tudo cada vez mais escuro e, lá em baixo, em vez da massa ao rubro que se via no tal filme, está o chão duro da rocha e um pouco molhado – como se corresse ali um riacho.
Isso fez-me procurar para onde ia a água na expectativa de encontrar uma saída.
Nada. Nada de nada. O chão acabava já ali para recomeçar uma subida, de qualquer modo impossível, desse lado – só voltando pelo mesmo caminho.
Lá em cima, muito acima, estava a claridade do céu azul.
Parece que, afinal, somos um grupo e isso reconforta-me um pouco.
Nem sonho nem pesadelo.
Há uma chamada de nomes e aqueles que são referidos começam a aparecer e a sair de … humm… parecem celas com grades… e agora, vamos todos juntos, como num elevador, para uma nova plataforma que se formou – agorinha mesmo – com tanta luz e calor do sol que todos protegemos os olhos, já habituados ao negrume.
- Então e depois?
- Depois fomos todos, felizes, para novos postos de trabalho. Este já estava terminado!

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Fotograma do filme "What Dreams May Come" (Para Além do Horizonte)
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Disse  Khalil Gibran :  Quem vive nas trevas não consegue ser visto, nem vê nada!
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publicado por eva às 20:01

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Domingo, 22 de Junho de 2008

Khalil Gibran # As Crianças

.
E UMA mulher
que trazia um menino ao colo
disse:
- Fala-nos das Crianças.

E ele respondeu:

- Os vossos filhos
não são vossos filhos:
são filhos e filhas
do chamamento da própria Vida.

Vêm por vosso meio
mas não de vós;
e apesar de estarem convosco,
não vos pertencem.

Podeis dar-lhes o vosso amor;
mas não os vossos pensamentos:
porque eIes têm pensamentos próprios.

Podeis acolher os seus corpos;
mas não as suas aImas:
porque as suas aImas
habitam a casa de amanha
que não podeis visitar,
nem sequer em sonhos.

Podeis esforçar-vos por ser como eles;
mas não tenteis fazê-los como vós.
Porque a vida não vai para trás,
nem se detêm com o ontem.

Sois os arcos, e os vossos filhos
as setas vivas projectadas.

O Arqueiro vê o alvo no caminho do infinito,
e reteza-vos com o seu poder
para que as setas
possam voar depressa para longe.

Que a vossa tensão na mão do Arqueiro
seja de alegria.

Porque assim coma Ele gosta
da seta que voa,
também gosta do arco que fica.
 
.
.

de Khalil Gibran
in “O Profeta”
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Disse Khalil Gibran : Somos irmãos gémeos, ó Noite, porque tu revelas o espaço e eu revelo a minha alma !
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Outro texto de Khalil Gibran - Que pensar
Outro texto de Khalil Gibran - Os olhos
Outro texto de Khalil Gibran - A nova fronteira
Outro texto de Khalil Gibran - O amor
Outro texto de Khalil Gibran - O casamento

Outro texto de Khalil Gibran - O dom
.

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publicado por eva às 14:51

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Sábado, 21 de Junho de 2008

Palavras

“Trabalho feito não cansa!”
- Lá isso é! O pior é quando o cansaço já se instalou e não se consegue trabalhar.
- Queres dizer, ficas no ponto zero, quanto mais atingir o ponto um?
- Ahhh! Exactamente, e não é de preguiça que falo. É de cansaço pesado. Pesado de sono não dormido.
- Também há cansaço por estar vivo…
- Pois, mas não é disso. No entanto algumas pessoas parecem estar simplesmente à espera que o tempo passe.
- Ou de morrer! Porque deixam de se sentir úteis e pensam que já não valem nada.
- O que não é verdade porque valem pelas memórias que têm e são capazes de transmitir. Não só falando delas e de suas vidas, mas com o exemplo que dão nas atitudes que hoje têm e até no que transmitem com o seu sorriso.
- Sim, conheci pessoas que não podiam falar e o seu sorriso, ou o seu olhar, era tão ou mais eloquente que a fala para muitos.
- Oh, há tantos que falam sem saber… falam, simplesmente.
- Outras vezes, também há palavras que são valiosas como o ouro. Há que saber escolhê-las.
 
.
.

.

de Carlos Drummond de Andrade

.

no Museu da Língua Portuguesa

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Disse  Madre Teresa de Calcutá:  As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável !
.
.


publicado por eva às 23:14

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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