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Domingo, 30 de Setembro de 2007

Maria José Rijo # O Gato Pias – Perder e Ganhar

Perder e ganhar são palavras tão correntes, tantas vezes repetidas a propósito de tudo e de nada que penso valer a pena meditar um pouco nelas.
Afinal, o que é perder e o que é ganhar?
Será que se ganha quando se pode por o pé sobre o peito do adversário deitado por terra, como é de uso ver nas fotografias de caça, mormente se a peça abatida tem peso e tamanho de vulto?
Será?
Será que alguém se pode considerar vencedor porque dispondo de poder como o caçador dispõe da arma subjuga e cala os adversários, será?
Então se assim é porquê a preocupação permanente de algumas pessoas em aproveitar a propósito e a despropósito circunstâncias de acaso querendo-as transformar em oportunidades – que em verdade não o são, e só colocam mal quem, sem sentido algum de conveniências, exibe o seu mau gosto, falta de educação, e falta de respeito pelos outros – para exultantes, pisarem no seu semelhante?
Será assim tão incontrolável a necessidade de se justificarem perante os outros, sendo, como se fazem crer, tão donos das verdades e das soluções?
Na realidade arrogância não significa segurança, nem certeza de coisa alguma.
Arrogância pode muito bem significar insegurança e medo, esforço irreprimível para abafar a incomodidade da consciência que jamais adormece...
Um vencedor não se define por falar de poleiro.
Nunca será vencedor quem nada acata dos sentimentos dos outros e faz e desfaz obras de outrém só porque detém o mando e quer, e pode, exibir a sua força.
Penso que não serão jamais esses os vencedores.
Vencedor é quem resiste.
Vencedor pode ser quem na aparência perde, mas luta, arrisca, sofre, suporta incompreensões, incómodos, grosserias, sarcasmos soezes, mas não se nega à luta de rosto descoberto.
Vencedor é quem entra na contenda sabendo que lhe falta a força, o poder, mas não dobra porque lhe sobra consciência dos seus direitos e dos seus deveres, da sua obrigação de não renegar aquilo em que acredita.
Pensava nestas e em outras coisas. Pensava, porque lendo jornais, escutando noticiários, até vendo novelas, a reflexão se nos impõe.
Apeteceu-me então, o que estou a fazer, chamar a atenção para a maneira como desde sempre, em todos os tempos alguns poderosos exerciam e exercem o poder.
Como a cobiça, a má fé, a perfídia, se podem dissimular sob falsas aparências. Vencer, ganhar...
Só cada qual sabe o que lhe vai no coração. Às vezes, quem morre vencido à luz dos homens é vitorioso à luz de Deus. O contrário também pode ser realidade.
O que não deixará porém duvidas a quem quer que seja – é que é sintoma de falta de carácter desrespeitar e achincalhar, a despropósito, um adversário vencido como se qualquer espécie de poder elevasse um Homem acima dos outros Homens.
Pensava assim quando com um sorriso me ocorreu a história do gato Pias.
Aprendi-a recentemente, mas não a esquecerei por certo.
Expulso de uma ilha grega onde habitava respondeu a quem incrédulo lhe perguntou: (vendo-o sem malas nem embrulhos) - então partes sem bagagem?
“Omnia mea mecum porto” (levo tudo comigo) respondeu sensatamente o gato.
Todos levaremos tudo connosco quando partirmos de vez. E, tal como o gato, não precisaremos nem de malas nem de relatórios, medalhas, condecorações, ou álbuns de fotografias das “maravilhas”que tivermos erguido neste mundo.
Apenas e sem hipótese alguma de escamotear – quaisquer que tenham sido os resultados – espectaculares ou nefastos – as nossas mais secretas intenções estarão sem disfarce possível como nossa única bagagem.
Levo tudo comigo – trazemos tudo connosco.
Omnia mea mecum porto.
Quer em latim, quer traduzida, a frase é curta – vale a pena fixá-la e
Meditá-la.
Vale mesmo a pena.
.
.
in  http://paula-travelho.blogs.sapo.pt/
de Maria José Rijo
(in Jornal Linhas de Elvas
Nº 2.555 de 12/5/00
Conversas Soltas)
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♪: Casa comigo Marta - José Mário Branco

publicado por eva às 15:41

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Sábado, 29 de Setembro de 2007

Pensamento

Na areia, já ao escurecer, está sentada uma mulher de vestido rosa-velho.
O céu está quase sem luz, já nem se vêem os reflexos do pôr-do-sol e a areia já não tem qualquer brilho.
E ela continua imóvel. Parece estar preocupada e vai falando baixinho.
Está a pedir alívio e salvação para os povos em guerra.
Para as pessoas de qualquer condição e para novos e velhos.
Pede pelas mulheres, pelos homens.
Continua a pedir por todas as raças, de qualquer país.
Vai pedindo alívio para os doentes, para os que não entenderam nada.
Para todos os que sofrem.
Pede alívio para o planeta em toda a sua extensão, conhecida e desconhecida.
Pelo equilíbrio em todos os lugares.
E, finalmente, pede ajuda para ela.
Ajuda no entendimento e compreensão das atitudes que deve corrigir em si mesma, para não prejudicar ninguém nem sequer com o pensamento.
Ou, sobretudo, pelos pensamentos.
A verdade é que todos somos o que pensamos.
.
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Gauguin
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♪: Va Pensiero - Verdi (Nabucco)

publicado por eva às 21:18

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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

Quem sabe?

- Estamos todos num salão com tecto abobadado e…
- Prefiro dizer salão com o céu lá dentro.
- Oh…! e somos de origens diferentes que se notam pelas diferenças de raças.
- Mas todos estamos ali pela mesma razão: conhecer como podemos ser melhores e aproveitar a licença que temos de viver aqui, ou ali (tanto faz)!
- Gera-se o convívio entre as pessoas. Primeiro entre as do mesmo grupo e depois entre os outros grupos, ultrapassando as barreiras linguísticas. A serenidade e a vontade de saber, de entender, esbatem a timidez e a diversidade de estilos. Começam por comentários simplistas sobre o modo de estar na vida e continuam pelos sentimentos de culpa, pelos erros que se cometem, inclusive, em pormenores de toda a hora.
- Mas eles não se mexem, pois não?
- Ah, também estás neste sonho? Pois não, não precisam de se mexer porque isto é tudo mental.
- Queres dizer mentalização, hipnose, essas coisas…
- Não! Quero dizer isto mesmo! Eles falam mentalmente!
- Hum…! Perde um bocado a piada, não achas? Lá se vai o cafezinho, os passeios…
- Acho que o querer aprender deles é superior a tudo isso. Estou até convencida que nem hesitam na escolha!
- Talvez um dia, quem sabe, até eu chegue lá?
- Talvez… e talvez eu também…
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Alfons Mucha

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♪: Midnight Blue - Louise Tucker

publicado por eva às 23:50

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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

Para lá do arco-íris

Uma sala que já esteve cheia de gente, agora está vazia e sem mobília; só restou o vazio e as paredes.
No meio do espanto com a nova situação, a porta, que ficou entreaberta e pela qual entrava a luz do sol, abriu-se mais um pouco e deixou entrar um cão.
É um cão pequeno e rafeiro, muito curioso e mexido, que vai entrando pela sala vazia até olhar para mim.
Eu continuava olhando para as persianas que estavam completamente corridas, para as janelas enormes, que agora não deixavam entrar a luz.
Havia pó no chão de mosaicos. A sala, que poderia ser utilizada como loja, estava nesse estado desolador de abandono.
Parecia mentira, impossível mesmo.
Foi lugar de conferências regulares, de luz, discussões (por vezes acesas) ou seja, um lugar de vivacidade e eloquência cultural.
Um lugar querido por muitos que se sacrificaram, anos a fio, para aculturar os menos afortunados de meios.
Foi um lugar de devoção e caridade pela cultura e educação de muitos.
Como habitualmente, os problemas surgiram com os novos dirigentes que chegaram para criar a sua própria fama, etc.
Uma pena que a ambição de pessoas simples seja depois ultrapassada por ambição de interesses mundanos de poder.
Mas dias virão que, novamente, se iluminarão de pensamentos humanistas pois, como dizem os versos de uma canção lindíssima, “algures, para lá do arco-íris, há céus azuis e os sonhos que ousamos sonhar tornam-se realidade”.
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 Over the Rainbow
© 2007 Yoshitomo Nara
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♪: Over the Rainbow - Connie Talbot

publicado por eva às 23:12

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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

Harmonização

- Oportunidades em cada dia que passa, todos temos e das mais variadas.
Mas a maior parte delas (senão todas) não as percebemos nem as entendemos.
Às vezes, passados dias, ou meses, lembramos que já estivemos antes naquela situação, mas não lhe demos tal interpretação.
- Ah, ah! A isso chama-se falta de perspicácia!
- Pois… mas também pode ser distracção de si mesmo! Ser daqueles que não procura nada para si a não ser passar pelos dias da sua vida, o mais feliz possível.
- Mas depois queixam-se que outros lhe passaram à frente…
- Não há só oportunidades mundanas. Também há oportunidades morais! De acerto de pensamentos salutares em si mesmo, na confiança das suas capacidades e na esperança nas boas capacidades dos outros.
- Ihhh, o que para aí vai…
- Pois, mas é mais saudável pensar bem dos outros e de si. Se não se conseguir acreditar que os que nos rodeiam têm mérito, então a vida é um beco sem saída que só tem isolamento e angústia.
- É o estar só no meio da multidão, do poeta!
- E essa solidão só tem bom resultado se servir para pensar e decidir que mais vale estar em harmonia do que julgar-se único na sociedade.
Porque ninguém detém a verdade total (ou pura) de nada. Tudo é relativo, tudo está em contínua e permanente mudança.
Por isso, e na maior parte das vezes, é suficiente e necessário estar em harmonia mais do que estar certo, desde que prevaleçam os valores morais entre todos. 
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Renoir
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♪: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades - José Mário Branco

publicado por eva às 23:47

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Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Memória

- Há músicas, pormenores (desde cheiros a sabores) que produzem um “clique” na memória.
Tudo o que fizemos, observámos com mais ou menos atenção, tudo o que olhámos e tudo o que vimos, tudo o que ouvimos, enfim, rigorosamente tudo, fica registado em nós.
Acontece que, em dado momento, algo nos recorda um acontecimento a que nem sequer demos importância e, no entanto, ele aparece como um filme na nossa mente.
É incrível a quantidade de coisas que somos capazes de acumular sem o perceber.
É também evidente que isso traz vantagens, desde que sejamos capazes de seleccionar a nossa atenção.
- Mas isso é verdadeiramente difícil e, sobretudo, trabalhoso.
- São exercícios de paciência diários e de vigilância constante.
São exercícios que demoram tempo – geralmente anos – e que, à menor distracção, parecem escorregar para o princípio, para o primeiro dia das nossas tentativas.
Porém, quando passarem anos e olharmos para trás, estamos irreconhecíveis de nós próprios, mesmo sem ter alcançado a disciplina da atenção a que nos dedicamos.
- E chamas a isso o quê?
- Eu? Bem… posso chamar-lhe renovação de mim em mim!
.

.  Memories of a Delicious Melon

© Juan Kelly
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♪: Memories - Within Temptation

publicado por eva às 19:57

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2007

Atitudes

Restos de matrículas, transferências, requerimentos, enfim, assuntos escolares a terminar as burocracias para começarem as aulas.
Novas turmas, novas camaradagens e grupos.
Novos livros, disciplinas e novos professores também.
Novos projectos e redimensionamento de interesses.
Ocupação de tempos mais ou menos livres.
Horários e disciplina (agora mental) para os cumprir.
Mas aparece sempre uma razão, uma desculpa, para não os cumprir.
A princípio é só um pequeno atraso de cinco ou dez minutos.
Depois quinze a trinta, seguidos da atitude de “já não vale a pena. Até é uma vergonha entrar agora!”
E a um dia seguem-se dois ou três, ou uma semana e o relaxe instala-se onde estavam sentimentos de disciplina e de correcção de atitudes.
Depois, se há falhas em algumas coisas, também não vale a pena o esforço para outras, até porque já ninguém acredita que se concretizem.
E está o espaço criado para o completo relaxe de atitudes.
Contudo, as coisas podem não ser assim.
Há sempre maneiras de voltar à correcção dos modos. De ser digno da confiança dos outros.
De ser digno de si mesmo e do esforço em melhorar.
E se alguém fala porque não sabe o que diz, pois que fale sozinho.
Também há pessoas que falam sem saber o que dizem e, um dia, acordam com novas perspectivas de si mesmos e das suas possibilidades.
Uma coisa é certa: todos (mas todos, mesmo!) somos capazes de ser melhores do que somos e bem melhores do que parecemos!
.
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  Almada Negreiros

Mural (pormenor) da gare marítima da Rocha de Conde d'Óbidos em Lisboa
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♪: What goes around... comes around - Justin Timberlake

publicado por eva às 21:19

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Domingo, 23 de Setembro de 2007

Sá de Miranda # Comigo me desavim

.
Comigo me desavim,
Sou posto em todo perigo;
Não posso viver comigo
Nem posso fugir de mim.
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Com dor, da gente fugia,
Antes que esta assim crescesse:
Agora já fugiria
De mim, se de mim pudesse.
Que meio espero ou que fim
Do vão trabalho que sigo,
Pois que trago a mim comigo
Tamanho imigo de mim?
.


de Francisco Sá de Miranda
(1481-1558)
.
.
♪: Postilhão de Rioja - Monteiro de Almeida

publicado por eva às 10:33

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Sábado, 22 de Setembro de 2007

Relações

Em qualquer raça, em qualquer povo, os grupos formam-se com a constituição da família: pais e filhos.
Das relações entre eles podem suceder-se entendimentos que facilitem a produção de trabalho útil e prosperidade de pessoas e bens.
Destas boas relações sucedem-se ainda a continuação das famílias, casamentos e constituição de mais famílias.
Nestas situações subsiste uma regra valiosa que é a liberdade de cada um acabar no momento em que começa a liberdade de outrem.
Com a propriedade e os bens... convém às partes interessadas chegar a consenso e vantagens semelhantes.
Do bem-estar e do bem-deixar-estar decorre a felicidade e a paz.
Porque nada é de ninguém.
Conforme se nasce, assim se morre – individualmente e despido de tudo.
Convém que, nessa altura, haja o sentimento da validade da vida de cada um e do bom exemplo que se deu e deixou nas memórias daqueles com quem nos cruzámos.
Sentir que valeu a pena viver os momentos bons e os mais amargos e concentrar a atenção no fortalecimento moral de cada um.
Evoluir sempre para um amor fraternal e tolerante para todos – sobretudo para os mais desconcertantes.

.
.
Composição VIII (de 1923)
Kandinsky
.
♪: Nelly furtado e Juanes - fotografia

publicado por eva às 00:10

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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007

Trabalho administrativo

As tarefas administrativas são o eixo que permite o movimento de pessoas e produtos.
Os empregos são assim, tanto têm de trabalho produzido como de papelada para o gerir: gerir os dias de trabalho, a manifestação de serviços como a limpeza, bens de consumo diário, melhoria de instalações.
Gerir os materiais, sejam de utilização diária e individual, sejam de matérias-primas ou máquinas para produzir e fazer lucrar todos – empresas, postos de trabalho e distribuição de produtos úteis aos outros – directa ou indirectamente.
Na parte administrativa trata-se de tudo e, apesar de parecerem pessoas mais ou menos activas, todos têm trabalho para fazer sem descanso.
Porque tudo tem que ser feito, inquirido e confirmado.
E a confirmação tem que ser feita várias vezes porque, mesmo assim, há falhas de entrega, de distribuição ou simples marcação de lugares e espaços.
Hoje em dia, neste corre-corre que transforma as pessoas mais desprecavidas em máquinas que não pensam e que só repetem acções, há sempre um papel sem um selo ou um carimbo.
Secretariados, recepções, tesourarias, direcções – com ou sem o auxílio de um computador, telefone fantástico e fotocopiadora/impressora – continuam a ter os problemas antigos.
As pessoas são outras e atendem mais centenas de outros assuntos que as gerações mais recuadas, mas as falhas continuam sensivelmente as mesmas.
Presume-se que a questão se põe no modo de pensar, que não está sintonizado com a maioria.
Talvez fosse útil mais diálogo entre todos e mais troca de opiniões.
Ou talvez fosse mais útil calarmo-nos todos e seguir em frente, percorrendo cada um o seu caminho!
..

Copista

S. Marcos - Constantinopla, Séc. XII

.

♪: Bolero - Ravel

publicado por eva às 08:45

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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