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Sábado, 31 de Março de 2007

Gostos

31 de março de 2007

- Não estive cá. Fui viajar e, por isso, é que não me viste.
- Foste onde? Para fora do país?
- Andei por muito lado, à procura de fontes e repuxos de água.
Vi fontes lindíssimas, grandes e pequenas, com muita água e com menos água.
- Era mais fácil teres ido ver cataratas. Era menos tempo e mais barato!
- Não, não. Eu falo de fontes. Fui a lugares onde enchiam jarros com essas águas que eram boas para beber, mas até enchiam piscinas com essas águas. A comida também era feita com água dessas fontes.
Chegou uma altura em que já sonhava acordado com o barulho da água a cair. Até ao dia em que a água me inundou num banho e fiquei submerso. Esse foi o último dia e vim embora!
- Mas afinal, foste onde?
- Às termas, é claro! Mas olha! Estou mais magro e sinto-me melhor. No entanto não consigo beber um copo de água. Acho que demorei por lá tempo a mais para as minhas capacidades. Devia ter feito o que me disseram, que era começar por poucos dias e, gradualmente, ir aumentando a estadia.
A questão é que, apesar de tudo, aquilo me soube tão bem… Era um ambiente tão acolhedor, natural…
- Mas tu nem gostas da natureza!
- Não gostava, não. Agora mudei os gostos. E até reconheço que deveria mudar mais, pois posso ser muito melhor do que sou.
Até em gestos simples, como poupar água e não a desperdiçar.
As águas limpas, mesmo correndo só em fio, enchem vasilhas de muitos litros.
Eu nem sabia o quanto desperdiçava!

- Geralmente ninguém tem uma ideia precisa da importância de tudo o que faz, senão faria logo melhor.

publicado por eva às 22:07

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Sexta-feira, 30 de Março de 2007

Janela estreita

30 de março de 2007

Estendo a mão para outra, acima de mim e que se propõe puxar-me.
Subo pelo chão para um outro chão, envernizado e lustroso, e estou afinal numa divisão com janelas enormes, onde entra luz forte do sol.
A seguir, a mesma mão puxa-me para uma porta cinzenta, que se abre e deixa ver um vão sombrio.
Sou atirado para essa divisão apertada, que tem uma janela com grades.
Esta janela é estilo bandeirola estreita.
A porta fecha-se.
- E tiveste medo?
- Não tive tempo de ir além do espanto. Como podia eu estar naquele lugar a meia-luz e com grades, se tinha acabado de estar num espaço amplo e brilhante de luz?
- Era com se te pusessem outra vez de castigo, não era?
- Sei lá eu! Fiquei ali horas e depois ouvi uma voz que me perguntava, do lado de fora das grades da janela, se eu queria deixar ali as minhas fantasias e ilusões, até as minha preocupações…
- Para quê?
- Foi o que eu perguntei, mas apenas repetiu o que já tinha dito ou perguntado.
- E então?
- Então, nada! Abanaram-me e o condutor disse que tinha de voltar e se eu queria ficar sentado no expresso tinha que mostrar ou pagar o bilhete de volta.
E eu saí bem depressinha que já me tinha atrasado!
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publicado por eva às 12:33

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Quinta-feira, 29 de Março de 2007

A luz da vida

29 de março de 2007

Ela veio abrir a porta, toda vestida de escuro, muito mais magra e de ar abatido.
Não conseguia estar ali ao frio, era melhor entrar.
O marido estava muito mal, internado e paralisado numa cama.
Pior, não lhe queria falar, de zangado que estava com ela.
Estava zangado porque não o trazia para casa.
Mas ela não podia cuidar dele, tinha caído desamparada no corredor e, sempre sozinha, tinha conseguido deitar-se.
Passou dias a fio na cama, sem comer, sem poder atender o telefone ou a porta.
Sem conseguir dizer que estava na cama, toda dorida, sem se mexer.
Uma tristeza e agonia estes últimos três meses.
E o marido que nem lhe fala.
As cartas e as contas são tais e em tal quantidade que já nem as abre.
Estão todas naquela mesa, ali.
Nós olhamos e vimos. Um molho delas, ainda fechadas.
E remédios ainda nas caixas, por abrir também.
Os cortinados corridos, a luz acesa e o seu ar triste, outrora um rosto tão risonho. Sempre foram pobres mas ela tinha sempre um sorriso.
Vamos tentar ajudar o marido a compreender a situação.
No meio disto tudo, que haja entendimento no seu amor.
O amor, em novos como em velhos, é sempre a luz da vida, que supera falta de saúde, de dinheiro, enfim, que é superior a todas as faltas.
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publicado por eva às 23:27

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Quarta-feira, 28 de Março de 2007

Pareceu-me...

28 de março de 2007

Senti um pequeno solavanco, digamos assim.
Depois, não percebi se estava pesada ou, pelo contrário, leve como uma pena.
Pareceu-me ver uma mão estendida, muito brilhante, até fazia mal à vista o brilho daquela imagem.
Apoiada nessa mão fui capaz de andar e chegar a uma espécie de sala ou salão, pois as dimensões eram enormes.
A entrada era estreita.
Toda essa sala brilhava de luz e em cores do azul claro ao branco.
Os reflexos, por vezes, eram amarelados ou creme.
Ao entrar, a admiração deu lugar a uma vontade de não sair mais dali.
Cansada, tentei sentar-me no chão que, aliás, não se distinguia do resto.
Portanto, acomodei-me como me pareceu possível.
Não sei quanto tempo estive assim, porque pareceu que me acordavam ao de leve, no ombro.
Era outra vez aquela imagem brilhante, que me sorria e me dava outra vez a mão.
Agora ouvia distintamente uma música.
A música transformou-se em canção e a canção em vozes, muito perto de mim.
Mesmo muito perto, junto à minha cabeça e diziam para eu tentar acordar e o que sentia.
Sem esperar pela minha resposta, as vozes eram já só uma voz calma, que me falava de ter passado algum tempo inconsciente e querer saber se podia dizer o meu nome, porque no carro não encontraram qualquer identificação.

publicado por eva às 08:37

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Terça-feira, 27 de Março de 2007

Lágrimas

27 de março de 2007

- Emagreceu muito, coitadinha. A roupa está tão larga que lhe cai.
- É preciso outra roupa mais justa e, se possível, vestidos tipo bata.
- Mas dá pena toda esta roupa de seda e de bons tecidos ir fora, para o lixo.
- Se observar bem, está quase toda rasgada ou estragada.
- Ah, pois está! É de estar sempre na mesma posição, não é?
- Pois é; e as fraldas, a idade e a doença que não a deixam mexer, acabam por rasgar facilmente a roupa.
- Está nova numas partes e estragada noutras.
- Coitadinha, ela gostava tanto de vestir bem. Vamos ver o que se pode arranjar.
- Não se esqueça que a roupa deve facilitar a mudança das fraldas.
- Vou dar hoje uma volta pelas lojas e ver o que se pode arranjar.
 
- Mas achas que ela está assim tão magrinha?
- Não se nota, assim sentada. Mas se dizem que a roupa não lhe serve e está estragada…
- De cara está muito melhor, mais rosadinha. Sempre linda.
- Só não percebo como é capaz de ter aquele ar sereno, haja o que houver. Eu sei que hoje, por exemplo, está cheia de dores.
- Mas não diz nada!
- Pois não, mas o olhar, às vezes, mostra as dores; parecem gritar a dor. Mais nada no seu rosto trai o seu sentir, o seu sofrer. Sempre quieta e serena, sorrindo amável. E dos seus olhos, quantas vezes, caem as lágrimas lentamente. E se lhe pergunto se está pior, responde que não me preocupe, que é mesmo assim, que às vezes tem dores que a entristecem.
- Nunca conheci ninguém assim.
- Nem eu!

publicado por eva às 19:10

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Segunda-feira, 26 de Março de 2007

Esperança e lucidez

26 de março de 2007

No geral, os acertos financeiros correm mal para as classes baixa e média.
Os impostos são altíssimos para quem trabalha, e os descontos e as contribuições são demasiado pesados para quem já não trabalha.
A desilusão e o desespero adquirem grandes proporções nos sentimentos das pessoas.
São dívidas que não podem pagar, mas não são de luxos, nem de nada que se pareça.
São dívidas da casa onde se mora com a família; ou de alimentação ou remédios; ou de água e electricidade…
Enfim, não há dinheiro para as necessidades básicas.
Mesmo que se tenha algo de seu para vender ou negociar, não há quem tenha para pagar.
A crise é enorme, até os negócios por conta própria vão à falência.
Resta, como sempre, a esperança e que, nesta altura, tem que ser grande.
Uma esperança grande como o céu.
Esperança também se confunde com fé.
Fé em algo superior a nós, que possa inspirar-nos o que devemos fazer.
Fé em que sendo hoje tudo tão difícil, podendo parecer até impossível, possa no amanhã, transformar-se tudo em algo bom.
Devemos também merecer essa transformação e ter coragem para enfrentar a crise com lucidez… e paciência!

publicado por eva às 23:25

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Domingo, 25 de Março de 2007

Thomas Moore # A Emoção de Viver a Cada Dia

25 de março de 2007

«Ecologia» é composta por duas importantes palavras gregas, cada uma delas uma porta para os mistérios que se encontram na própria base da vida humana. A sua etimologia desvia a atenção da ciência e concentra-a na emoção e no mistério, na religião e no coração. Se pudéssemos pensar na ecologia como um desenvolvimento tanto da vida interna quanto da externa, poderíamos aprofundar e humanizar o nosso relacionamento com a natureza.
«Eco», uma forma abreviada do grego oikos, significa lar, quer seja uma casa humana, um templo, o lar dos deuses, e até mesmo a «casa» astrológica ou domicílio de um planeta. Uma palavra sagrada cobrindo várias e profundas áreas da vida, oikos abrange a nossa busca emocional de um lar, a construção e o zelo dispensados a igrejas e templos e a procura astrológica das combinações mais férteis de tempo e lugar. A um nível mais profundo, a ecologia envolve a prática espiritual de construir um lar para o homem e, mais misteriosamente, de encontrar um lar para a alma.
Logos, a outra parte de «ecologia», é outra palavra cheia de mistérios. Embora seja comummente explicada como «o estudo de», como em psicologia e geologia, a palavra tem muitas implicações sagradas. No Evangelho Segundo S. João, Jesus é chamado Verbo (Logos): «No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.» Na antiga Sabedoria de Salomão, está escrito que a «palavra [logos] todo-poderosa desceu dos céus e do trono real» (18:15). No início do Corpus Hermeticum, encontramos: «O Verbo iluminador, que vem da mente, é o filho de Deus» (1:6). Esses textos importantes mostram que logos contém tanto mistério que é usado para denotar a própria divindade.
Junte-se esta abrangente noção de logos à misteriosa palavra oikos e tem-se «ecologia», uma ideia de lar infinitamente profunda e misteriosa. Vendo a ecologia por esta perspectiva, ultrapassamos o literalismo e o materialismo da habitual imagem que temos da natureza e aproximamo-nos de um dos grandes mistérios que motivam o dia-a-dia das nossas vidas: estamos sempre a criar um lar para o coração e em busca da casa da divindade.
.
in “A Emoção De Viver A Cada Dia”
de Thomas Moore

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publicado por eva às 18:07

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Sábado, 24 de Março de 2007

A ignorância e o conhecimento

24 de março de 2007

Professor é outra das profissões sublimes, se entendida e praticada como um combate à ignorância.
Porque a ignorância é causa da maioria dos males pessoais e sociais.
Porque é pelo conhecimento de si próprio e das coisas que o rodeiam, que o ser humano-indivíduo-pessoa obtém a capacidade de se auto-criticar e de se melhorar.
É pelo conhecimento da sua vida, da verdade que é válida para o seu modo de ser e de viver, que pode sentir-se em paz consigo mesmo, porque está em consonância entre o mundo que o rodeia e o seu espaço.
É ainda o conhecimento da realidade, que o envolve, que lhe dá a capacidade de partilhar, compreendendo as necessidades daquele que, a seu lado, sofre ou precisa de auxílio.
Neste caso, auxílio moral e humanista.
Há dezenas de anos que se difundiram as ideologias humanistas.
Mas ainda hoje não foram entendidas na sua plenitude, a não ser por alguns.
É desejável que os seres humanos mostrem em que consiste, efectivamente, a sua superioridade em relação aos outros seres vivos.
Porque hão-de tê-la, mesmo que não seja reconhecida em tantos quantos seria desejável.
A fé nas religiões é sabido que está em crise um pouco por todo o lado, nomeadamente quando se exagera em fanatismos.
Mas a fé em si próprio não pode sofrer crise, porque senão desaparece o valor do próprio indivíduo, enquanto pessoa.
Fica de sobra então o risco de ser inferior aos animais mais inferiores.
A pessoa não pode despersonalizar-se, de modo algum.

publicado por eva às 17:48

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Sexta-feira, 23 de Março de 2007

Aperfeiçoar sempre

23 de março de 2007

- Ora estou triste, ora alegre e bem disposta. No entanto, não faço ideia porquê. Acordo assim.
- Tens que te educar, não cair nesses extremos porque isso desgasta. E ainda mais desgastante é quereres a explicação.
A vida é para se ir levando, com a melhor moral possível, e na confiança que o que não está bem irá ficar bem encaixado no mosaico da nossa vida.
Porque aquilo que não compreendemos, há-de ter uma razão e é a atitude esperançosa em dias melhores, que nos ajuda a ir em frente.
Até os sofrimentos hão-de ter uma razão de ser para a nossa felicidade. Aquilo que hoje é uma surpresa, amanhã poderá ser o mais vulgar.
Não és, com certeza, o mesmo de há cinco anos. A tua personalidade altera-se, pretensamente em melhoria, sendo cada dia mais aperfeiçoada que o dia anterior.
Se assim não fosse, hoje eras mais antipático e malquisto do que eras.
Ou talvez fosses mais afamado no trabalho ou na vida social, mas não é disso que se trata.
Trata-se de conseguir estar mais tempo em paz contigo mesmo e conseguir sentir que, voltando atrás, um dia que fosse, farias o mesmo e terias as mesmas atitudes. Ou apenas, talvez, um pouquinho melhor.
Não te seria necessário tomar um rumo diferente; apenas aperfeiçoar. Porque esse querer deve ser constante.

Aperfeiçoar, aperfeiçoar sempre!

publicado por eva às 20:58

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Quinta-feira, 22 de Março de 2007

Um sorriso

22 de março de 2007

Mecânica, automóveis, acidentes e papeladas administrativas para tratar.
Eis um dia para testar a paciência.
A maioria já está a desconversar.
Mostra um ar apático ou, pelo contrário, cheio de energia e de desgaste por estar ali sem fazer mais nada que esperar, com tudo o que fica por fazer no trabalho de cada um, para estar ali.
Só ”estar ali”, de senha de atendimento na mão.
Passam as meias horas. Passam as horas e o descontentamento cresce.
As discussões sucedem-se, mas os assuntos ficam à mesma por resolver.
De repente vê-se um sorriso.
Um sorriso agradável, de quem parece estar feliz, ali, naquele caos.
Um sorriso que iluminou tudo em volta.
Gestos agradáveis e harmoniosos acompanhados de palavras de boa vontade em atender o seguinte.
Atendidos depressinha e agradecidos porque resolveram o que queriam.
A seguir, mais são atendidos pelo sorriso que não entristece, antes resolve com dinamismo o que é para se fazer.
O ambiente anima-se e torna-se mais leve.
As pessoas trocam agora algumas graçolas sobre a situação que os trouxe ali.
Começa a reinar a boa disposição também atrás do balcão.
Com método e eficiência tudo se vai resolvendo a boa velocidade.
- E começou tudo por um sorriso e alguma amabilidade…
- Um sorriso agradável transformou isso tudo?
- Até o problema do carro se esbateu. Ainda existe, mas ganhei a esperança de o resolver bem.
- Afinal uma solução tão simples: um sorriso!

publicado por eva às 21:02

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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