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Domingo, 31 de Dezembro de 2006

Nikos Kazantzaki # Carta a Greco

31 de dezembro de 2006

Ergui os olhos, fitei-te. Ia dizer-te:
- Avô, é verdade que não há salvação? - Mas a língua prendeu-se-me. E quando tentei aproximar-me de ti, os joelhos fraquejaram.
Então, estendeste a mão, como se eu me afogasse e quisesses salvar-me. Agarrei-a àvidamente: ela estava salpicada de manchas multicolores; queimava. Toquei-lhe, ela deu-me força, um impulso, e pude falar.
- Avô - disse -, dá-me as tuas ordens.
Tu sorriste, puseste a mão sobre a minha cabeça. Não era mão, era um fogo multicolor. E esse fogo derramou-se até às raízes do meu espírito.
- Vai até onde puderes, meu filho...
A tua voz era grave, sombria, como se saísse da garganta profunda da terra.
Atingira as raízes do meu cérebro, mas o meu coração não acusou qualquer sobressalto.
- Avô - gritei então com voz mais forte - dá-me uma ordem mais difícil, mais cretense.
E, bruscamente, mal o tinha dito, uma chama cortou o ar. Assobiando, o antepassado indomável com cabeleira entrelaçada de raízes de tomilho desapareceu da minha vista: no alto do Sinai apenas restava uma voz imperiosa, que fazia estremecer o ar.
- Vai até onde não puderes.
.

in "Carta a Greco"
de Nikos Kazantzaki

.

publicado por eva às 20:34

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Sábado, 30 de Dezembro de 2006

Vozes

30 de dezembro de 2006

Recados e mais recados. Eles parecem soar dentro da cabeça, sem interlocutor à vista do mundo. São correcções à conduta. Correcções à maneira de ver as coisas.

Ouve-se que "burro velho não aprende línguas" dentro da cabeça.
Quem ouve tem tendência para duvidar da sua lucidez.

Será que está a ficar tresloucado?
Na sua cabeça surge claramente, sem ninguém pedir licença, naquele momento em que escolhe o que quer do supermercado, a resposta de que todo o momento é altura de melhorar a visão da própria vida.
E se está velho, então o melhor é ter alguma pressa porque o tempo pode já não ser tanto quanto o desejável.
Ai, que ele não está a gostar nada disto! Nem é tanto do recado, é mais da questão das vozes.

Se nunca ouviu vozes antes, porquê ouvi-las agora? É de desconfiar...
Não é tempo de desconfiar pois isso foi o que fez toda a vida.

Desconfiava tanto dele mesmo que nunca ouviu nada do que lhe diziam.
Mas... diziam, quem?
Isso não era importante, o que era importante era a sua transformação.
Mas qual transformação, qual nada...

Vivia bem, preparou a velhice com cuidado, trabalhou honestamente, comportou-se sempre de modo moralmente correcto... Que era isto agora?
Precisamente por ter sido sempre honesto com os outros é que precisava agora de ser honesto consigo mesmo...
Ai, ai, ai... caramba!

publicado por eva às 20:48

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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2006

Rir alegremente

29 de dezembro de 2006

Uma mesa redonda de metal e cadeiras também de metal.

Um chapéu de sol fechado porque o sol agora já não precisa ser tapado com o chapéu.
Sentados, todos com chá quente em bules pequenos. Sem açúcar, só o chá.

Que bom que é esse relaxar ao meio da tarde.
O céu começa a alterar o seu azul claro para mostrar laivos rosas do pôr-do-sol que já lá vem. Uma brisa, vinda do rio, começa tão calma que lembra a praia no verão.

Mesmo assim, o frio deixa-nos com os casacos vestidos e bem apertados.
A conversa é tola e bem disposta.

Deve ser por isso que também se usa dizer "conversa para deitar fora".
São conversas banais, livres, nem sequer maldizentes.
Conversa, conversas simples.
Não são para cultura, nem sequer para entender.
São para rir e rir alegremente.
As gargalhadas enchem o ar naquele espaço. São francas e cristalinas.

Parecem subir, como notas musicais.
Sobem no céu e enchem de música não só aquele espaço mas outros também, ao subirem, ao atingirem outras esferas celestes.

Dessas esferas e como que puxadas pelos ventos, a música espalha-se pelo mundo, como sobrevoando cidades e campos.
As pessoas não as percebem mas sentem alegria a brotar no seu coração, repentinamente e sem razão visível.
Uma claridade ilumina-lhes as faces e os olhos brilham de uma felicidade... do nada.

Ou do céu...

publicado por eva às 23:18

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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2006

Momentos

28 de dezembro de 2006

Ele passeia com o seu casaco curto, cabelos brancos tapados por um boné quando chove ou faz nevoeiro.

Todos os dias faz a mesma estafeta, duas vezes.
O passo é de passeio simples mas o trajecto é longo.
Das primeiras vezes, vinha algo trôpego.

Agora o passo não é mais rápido até porque a intenção não é andar mais rápido, mas é mais ágil, lá isso é!
Não conversa com ninguém, sempre a direito, sem paragens.

Dá uma volta pela manhã e outra a seguir ao almoço.
São os seus momentos. Dele próprio com os seus pensamentos.

Gosta de ouvir o silêncio dentro de si. Gosta de se sentir.
Saber conscientemente dos seus sentimentos.
Se fez, durante esse dia, o que acha que deveria ter feito.
Se tomou as decisões que acha que deveria ter tomado.
Se disse apenas o que deveria ter dito.
Se ouviu e entendeu o que lhe quiseram dizer.
Se compreendeu quem dele se abeirou.
Se tratou com cordialidade aqueles que não lhe são simpáticos, por qualquer razão que até desconhece.

Mas é assim que acontece para alguns, olha-os e tem vontade de virar a cara noutra direcção.
Se tratou com carinho aqueles que lhe são queridos.
Se teve tempo para todos os que se cruzaram no seu dia.
Se agiu como gostaria de ter vivido esse dia.

E desse dia para todos os outros.
Já não sente tempo em si para ser diferente.
Sente que é tempo de ser igual a si mesmo, em harmonia com as suas convicções.

Simplesmente - é tempo de si...

publicado por eva às 13:43

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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2006

Pantufas e aconchego

27 de dezembro de 2006

Reumático, dores, articulações doridas.
Enfim, achaques da idade mas também do frio.
Todos com luvas, cachecóis e gorros, sobretudo com esta moda das cabeças mais ou menos rapadas.
O gorro desportista está na moda. Pois deve ser outro conforto, deve...
O vento passa entre uma brisa e um ventinho frio.
Os comentários sucedem-se. Lugares vazios, mas em se sentando um, sentam-se logo outros mais.
A sala vai enchendo de gente. As pessoas animam-se e começam a conversar com os do lado, mais ou até menos conhecidos. 
Faz-se a publicidade para uma meia hora de patinagem no gelo, para quem queira.
Todos os gostos coexistem: os que querem experimentar, os que só querem ver, os que só podem ver porque não podem pagar.
O sol começa a baixar. A sua luz vai-se tornando cada vez mais amarela e dourada.
As árvores vão deixando uma sombra maior e só os seus topos de folhagem é que alcançam a luz que se esvai.
A noite chega e as pessoas partem para as suas casas.
O frio parece mais frio à noite e a casa é mais lar, no aconchego dos cheiros da comida, no quente das cozinhas.
Pantufas e mantas a aconchegar as pernas de uns, ou mantas nos ombros, para outros.
Mesmo debaixo do tecto apetece o "aninhar". As comidas ou bebidas, bem quentes.
O bom da civilização está aí, traduzido em conforto e aconchego.
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publicado por eva às 23:09

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Terça-feira, 26 de Dezembro de 2006

Festas e lanches

26 de dezembro de 2006

Festas e lanches de despedida ou de chegada ou simplesmente porque sim, por algo que vale a pena comemorar.
Comida e mais comida. Mesas juntas umas nas outras.
Todos de pé e os mais cansados, nas cadeiras ao longo das paredes.
Um circular de pratos e copos entre os grupos e as mesas centrais, de comidas e bebidas.
E a mesa dos doces, um problema grave para as dietas.
É sempre a mais esperada e a mais colorida.
Muitos, sempre de boca cheia. Outros, sempre a conversar pois é uma óptima altura para isso. Inúmeras pessoas, interesses e horas para prolongar essas conversas.
Mas as conversas são de inutilidades. Nada que seja mesmo necessário tratar.
Pelo contrário, fala-se exactamente do que é supérfluo e repetem-se constantemente os cumprimentos, os elogios e os reparos habituais das reuniões.
Os fatos e os penteados, mais os adereços, esses são todos notados.
Enfim, são os "jogos"de sociedade.
Quer se goste ou se deteste, eles estão aí, de modo ostensivo, em certas alturas do ano.
Resta saber quantos de nós apreciariam mais estar sossegados em casa, como no resto do ano.
Talvez estas extravagâncias sirvam para nos lembrar a felicidade das coisas simples.
De procurar a pureza das coisas. Também dos nossos actos.

publicado por eva às 20:02

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Segunda-feira, 25 de Dezembro de 2006

Sentimentos

25 de dezembro de 2006

Saía da loja com o mesmo ar triste, dramático até, que era costume ter.
Olhou para ver se o sinal de peões estava verde para atravessar e seguimos então as duas, reunidas na passadeira de peões.
O dia estava bonito e frio como também é costume nesta época.
Perguntas sobre as famílias e o choro habitual ao lembrar os falecidos há pouco tempo.
Trocas de conversas e ideias sobre o que pode haver além da morte.
Para uns não há simplesmente nada; para outros, tudo o que poderia fazer a felicidade nesta vida.
Para estes últimos, há uma enorme variedade de ideias e fantasias sobre a vida além-túmulo.
Ligadas ou não à religião, a verdade é que a maioria das pessoas recusa a ideia de que a vida acaba com a morte.
Há o sentimento de que os esforços e lutas das pessoas não terminam com as cerimónias da morte e funerais.
Assim como para os outros que se consideram menos bons, e até aos criminosos, se considera que, noutra vida, hão-de perceber melhor como as coisas são.
Enfim, há todo um ideário, mais ou menos partilhado pela grande maioria das pessoas, sobre outro modo de viver além da morte.
O que parece predominar é a esperança maior em que se faça justiça aos esforços que cada um despendeu ao longo desta vida.
Poder encontrar em algum sítio, em algum tempo mais certo do que nesta vida, a felicidade que todos desejamos.
Porque todo o ser almeja atingir a felicidade que está convencido (firmemente convencido) que tem direito a gozar.
E a esperança é a última a morrer...
tags: ,

publicado por eva às 19:42

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Domingo, 24 de Dezembro de 2006

Miguel Torga # História Antiga

24 de dezembro de 2006

Era uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava, e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.
.
E, na verdade, assim acontecia.

Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da Nação.
.
Mas,
Por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.
.
in "Antologia Poética", Ed. autor
de Miguel Torga


publicado por eva às 16:09

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Sábado, 23 de Dezembro de 2006

Dias de família

23 de dezembro de 2006

Dias frios e pequenos comparados com um anoitecer quase a meio da tarde e noites longas e, essas sim, geladas.
É nestes dias que a casa tem mais nome de lar, pelo calor que nos acolhe, pela família que se vai reunindo.
São dias em que, quem vem chegando, chega com comidas variadas e para a troca nas mesas que se querem fartas.
Quase que se poderia resumir em presentes e comidas.
A verdade é que os produtos "da terra" têm outro sabor e outro modo até, de se transformarem em cozinhados.
As cozinhas, por estes dias, pelas mãos de avós e mães, enchem-se de cheiros novos de comidas feitas lentamente.
De comidas feitas devagar, na conversa que se vai tendo, com as palavras a lembrarem outras palavras.
E todas as novidades possíveis da família, desde as mortes às doenças, dos nascimentos às crianças na escola.
Por fim, todos os comentários, até os mais esquisitos, são tratados.
Dias em que as pessoas se embaraçam nos seus hábitos rotineiros, porque está outrem a ocupar o lugar já tão acomodado e habitual.
Mudanças de horários e de atitudes.
Por fim, tudo volta ao normal e ficam as lembranças e desejos de repetir no próximo ano, talvez em regime de rotação.
Ou talvez os mesmos nos mesmos sítios.
O que interessa é que vão podendo encontrar-se e reunir-se.
O importante é a saúde, não é verdade?
É, é! Pois é...

publicado por eva às 19:27

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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2006

Tempo justo

22 de dezembro de 2006

Areia barrenta, nalguns sítios parece barro e lodo.
E, ao longe, parece ser um pântano.
Mas aqui, ao pé de nós, ela é uma passagem para areia branca e seca, seguida de arbustos rasteiros mas esparsos.
Mais além, do lado contrário ao tal pântano, já se vêem flores do campo, rasteiras e bem coloridas.
Não há vento, nem brisa. Apenas sol forte e a sua quentura.
Caminhamos seguindo marcas de passos anteriores e deixando as nossas marcas para que os que vêm a seguir não se percam.
Eles apenas são visíveis na linha do horizonte, encobertos pela névoa do ar quente.
As pegadas acabaram porque a areia é agora uma estrada de terra bem calcetada.
Esta estrada é estreita e serpenteia vales e montes, um pouco como que pelo ar, pretendendo ir a direito.
Mas tem "sobes e desces" razoáveis e que, vistos ao longe, dão a impressão de a alargar até à duplicação.
Cansados e acalorados, não é uma visão fácil nem agradável.
Ninguém passa por lá a não ser nós e os que vêm lá atrás.
Não sabemos o seu destino, mas vamos segui-la pela razão mais simples: é a única!
E queremos sair deste calor e desta paisagem.
Alguém nos alerta que não podemos ter pressa.
Que é preciso passar as coisas da nossa existência no tempo justo que nos é dado.

publicado por eva às 22:39

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